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Diante da greve dos caminhoneiros, que paralisou todo o país em protesto contra os interesses dos golpistas, vários serviços foram afetados no Brasil. Em Pernambuco, parte significativa da frota de ônibus deixou de circular por falta de abastecimento e vários vôos foram cancelados no Aeroporto Internacional dos Guararapes.

Para tentar combater as consequências da greve dos caminhoneiros, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, do PSB, decretou estado de emergência garantiu que os “serviços essenciais” seriam mantidos. Desse modo, o Estado faria um esforço para conseguir que tudo de essencial fosse servido à popular. No entanto, nesse pacote de “serviços”, está a Polícia Militar.

A Polícia não tem nenhuma serventia para a população. Muito pelo contrário: conforme tem sido demonstrado na própria greve dos caminhoneiros, o papel da Polícia no Estado capitalista é justamente reprimir a população. Por isso, ela não deveria fazer parte dos “serviços essenciais”, mas sim de um gasto de dinheiro contra o interesse dos trabalhadores. Se a situação é crítica, a primeira coisa a ser cortada seria a Polícia Militar.

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