Só nesta semana
Escolas militares são instrumentos de controle da burguesia e querem expôr os estudantes ao vírus, genocídio à vista!
modelo escola militar
Escolas militares querem expôr os alunos ao vírus. | Foto: Reprodução
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Escolas militares querem expôr os alunos ao vírus. | Foto: Reprodução

O ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), de São José dos Campos, teve 13 alunos novos que testaram positivo para o novo coronavírus só nesta semana. Recebendo muita propaganda da burguesia por ser militar e ser considerada uma das melhores escolas de ensino superior do país, o instituto já retomou as aulas presenciais, que estavam paralisadas deste março por conta da pandemia de covid-19.

Escolas Militares, locais de doutrinação da burguesia

Estes locais de doutrinação da burguesia, de apelo militar, que a imprensa tradicional tanto faz alarde a favor, escondendo que recebem maior fatia de dinheiro público em comparação com escolas comuns, demonstram seu caráter ditatorial colocando em risco a vida das crianças e jovens. O ITA teve no total que 128 estudantes ingressaram neste segundo semestre e já retomou as aulas presenciais.

Tudo isto mostra o descaso do instituto, que a exemplo de outras instituições de ensino militares, vem enfrentando problemas com o contágio de estudantes pela pandemia. O caso do ITA, cuja maioria de estudantes é de classes mais ricas, reforça a importância da suspensão do calendário acadêmico, até que as condições de segurança sanitária estejam estabelecidas, com vacinação dos estudantes e demais membros da comunidade acadêmica.

Estudos apontam um genocídio a vista

Estudos realizado por pesquisadores de instituições do ensino superior e da rede estadual do estado de São Paulo apontam que até 46% dos estudantes poderiam ser infectados pelo coronavírus em 60 dias de ano letivo. Os pesquisadores simularam o que aconteceria nos 60 dias de ano letivo. Ou seja, os dados da pesquisa confirmam a farsante política direitista das entidades burguesas governamentais.

A orientação genocida do governo burguês defendendo o retorno às aulas presenciais a qualquer custo, inclusive à custa da vida da população, prioriza a defesa da saúde bancária e da economia, como por exemplo, o que aconteceu com a reabertura do comércio e outras atividades, ignorando o grande fator de que no Brasil, não existiu uma queda da curva de contágio.

A tarefa da juventude

Diante deste contexto, identificando e pontuando a histórica participação da juventude, como principal linha de frente nos momentos de crise, em contenção aos ataques do governo capacho do imperialismo, é imprescindível a organização de todas as categorias, principalmente da categoria estudantil em união com as outras parcelas afetadas da sociedade.

É, mais do que nunca, necessária a mobilização no sentido de vociferar, denunciando com afinco a real política de matadouro apresentada pela direita burguesa.

Volta às aulas apenas com a vacina e pela derrubada do governo genocida!

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