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Como era previsto que os golpistas não recuariam, terminou sem definição o encontro entre representantes do Ministério Público Federal (MPF) e dos movimentos sociais que defendem a absolvição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), na tarde de ontem, 09, sobre o local para instalação do “acampamento da resistência” para os manifestantes que vão acompanhar o julgamento do petista no dia 24 em Porto Alegre. Uma nova reunião deve ocorrer nos próximos dias, mas ainda sem data definida.

Mesmo com a experiência histórica acumulada neste tipo de impasse com patrões e golpistas, os dirigentes da Central Única dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul (CUT-RS), como Claudir Nespolo, não conseguiram resolver esse ataque direto ao direito de manifestação, mas, mesmo com a situação atual dizem manter  uma posição ofensiva, concluindo que o encontro teria aberto “um bom caminho” para o entendimento – mas que deve ser colocado em dúvida frente as ameaças diárias dos militares.

A arbitrariedade golpista começou quando no fim de dezembro o MPF obteve liminar na Justiça Federal, proibindo assim a montagem do acampamento no parque da Harmonia, em frente ao Tribunal e que levou os militantes pró-Lula a buscarem outro local próximo como ponto de referência para as manifestações.
Um dos coordenadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Estado, Cedenir Oliveira, reiterou na reunião o plano da organização de instalar um acampamento na cidade, mas ressalvou que o local ainda não foi escolhido.
O procurador regional dos direitos do cidadão do MPF, Enrico Rodrigues de Freitas, disse que está “dialogando” com os representantes dos movimentos sociais e confirmou a possibilidade de um nova conversa nos próximos dias.

Também na semana passada em consonância golpistas, o prefeito fascista de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), chegou a pedir ao governo federal a presença do Exército e da Força Nacional de Segurança (FNS) na cidade, durante o julgamento. O próprio ministro da Defesa, Raul Jungmann, no entanto, já disse que não cabe à prefeitura solicitar o emprego das Forças Armadas e que a medida não é necessária. O secretário de Segurança do Estado, Cezar Schirmer, também afirmou que não há necessidade de reforço no policiamento.

Com a expectativa da participação de centena de milhares de pessoas nas manifestações, a segurança virou tema de preocupação na cidade e a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) montou um gabinete de gestão integrada com representantes da União e do município, que se reúne praticamente todos os dias para montar um plano de ação para a semana do julgamento. A SSP também confirmou que monitora as redes sociais de integrantes de movimentos a favor e contra Lula para ter uma estimativa de público nos atos.

Os golpistas não conseguem solucionar a questão de eleições com Lula, pois não tem candidatura para tal, sendo assim é necessária sua prisão. Por isso atacam todas as organizações que estão mobilizando para o gigantesco ato do dia 24. Nesse momento, coxinhas, golpistas e os fascistas devem estar pensando amedrontados: o que e como irão fazer parar deter tal massa gigantesca de trabalhadores decididos a defender Lula ? É bom que se preocupem, pois a classe operária que defende Lula é mesmo um gigante que se coloca em pé, e que, se organizada para defender seus direitos trabalhistas, sua economia nacional, pode causar um estrago grande nos planos dos golpistas servos do imperialismo.

Nesse sentido o Partido da Causa Operária (PCO) convoca todos os trabalhadores ao ato contra prisão fraudulenta de Lula. Convoca todos a participarem também do lançamento nacional dos Comitês de Luta Contra o Golpe que acontecerá na cidade no mesmo dia junto a outras programações dos movimentos sociais que compõe as caravanas.

Sobre a programação montada para a semana do julgamento pela Frente Brasil Popular, inclui um debate com juristas sobre o processo contra Lula no dia 22. Para o dia seguinte está previsto um encontro de mulheres com a ex-presidente Dilma, um painel local do Fórum Social Mundial na Assembléia Legislativa, um ato político no centro da cidade e uma caminhada até o “acampamento da resistência”.

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