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Com a saída de Pedro Parente da gigante brasileira, a condição vertiginosa desse governo ficou ainda mais explícita.

O fato é que desde a paralisação dos caminhoneiros o cenário em que o governo Temer se encontra é dos mais moribundos, a pressão que este vem encontrando desde sua posse, que de um lado vem dos setores populares descontentes com sua política de terra arrasada, e do outro do capital internacional que não vê em Temer uma figura firme o suficiente para obliterar de vez quaisquer resquícios de soberania nacional para os trabalhadores brasileiros.

Embora a direita já tenha ameaçado diversas vezes depor o septuagenário, a saída de Pedro Parente mostra que os trabalhadores precisam tomar a frente dos acontecimentos. Tudo se resume então a quem será mais eficaz em enterrar de vez esse governo e empunhar o prêmio de substituí-lo.

Para que os trabalhadores possam gozar de tal regalia, é preciso deixar de lado o calendário arrastado de greves dispersas. O Tribunal Superior do Trabalho já mostrou para o que veio, então não podemos nos acovardar diante de quaisquer que sejam os impedimentos que ele possa botar para impedir a paralisação dos trabalhadores, somente uma greve obstinada e unificada trará um resultado positivo para a política brasileira.

Não seria nada extravagante afirmar que se a FUP – que tem bastante influencia no seio da CUT – desencadeasse uma ampla greve na categoria, seria possível exigir que o comando da estatal que descobriu o Pré-sal, e trouxe bilhões em desenvolvimento para o país quando não estava sob as assas do imperialismo, esteja com os próprios petroleiros.

O comando na mão dos petroleiros seria uma real vitória contra os imperialistas na luta pelo petróleo brasileiro, pois de nada adianta depor um burocrata entreguista se outro será posto em seu lugar. A Petrobras precisa ser 100% estatal e comanda por aqueles que melhor a conhecem e têm real interesse em torná-la a melhor possível para o povo brasileiro.

É importante lembrar que a greve precisa ter como um dos eixos a liberdade o ex-presidente Lula, o líder mais popular do país, que a imprensa tanto tenta fazer cair no ostracismo, e que certos setores da esquerda sobrevoam sem trazer apoio como verdadeiros abutres. É somente lutando contra o golpe na sua principal faceta que o movimento operário se fortalecerá e conseguirá de fato derrota-lo. É hora de enterrar esse governo golpista.

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