Lutas parciais
Trocar o gerente de uma pasta específica não se mostra capaz de parar de vez com todos os ataques do governo golpista ao país, vide Educação e Saúde
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O ministro do meio ambiente Ricardo Salles durante entrevista coletiva | Foto: Anderson Riedel/PR

Uma petição online no site change.org, aparentemente de iniciativa de um usuário, foi criada segunda a descrição da página com a intenção de “pressionar Jair Messias Bolsonaro (Presidente do Brasil)” para que este demita o atual ministro do meio ambiente Ricardo Salles.

A petição diz ainda que “O Ministro Ricardo Salles tem demonstrado a sua falta de compromisso com o Meio Ambiente, favorecendo os interesses de empresas e do agronegócio, ao invés de priorizar a preservação da Amazônia e dos diversos biomas brasileiros”.

A destruição destes biomas brasileiros no entanto foi uma promessa de campanha de Jair Bolsonaro em 2018 que prometeu ao imperialismo que ampliaria “as fronteiras agrícolas” do país e abriria a Amazônia para a exploração de minerais existentes em seu solo.

Tanto Bolsonaro como Salles estão, portanto apenas cumprindo o que prometeram. E Salles como funcionário do golpista Bolsonaro apenas cumpre o que o seu chefe ordena fazer.

Assim, trocar o ministro do meio ambiente por outra figura da extrema-direita, tão deplorável quanto Ricardo Salles, não irá alterar absolutamente nada na política adotada pelo golpe para o meio ambiente.

Situação semelhante pode ser verificada nas sucessivas trocas de nomes no Ministério da Educação onde se revezam desde Ricardo Vélez Rodrigues intermináveis figuras sinistras da burguesia que seguem religiosamente a mesmas cartilha golpista.

A Educação já está no seu quarto ministro desde Vélez. Depois do colombiano, por lá já passaram Abraham Weintraub,  Carlos Decotelli, Renato Feder (que acabou declinando pouco antes de assumir formalmente) e por último o atual ocupante da pasta Milton Ribeiro, um pastor evangélico reacionário ao extremo.

No ministério da Saúde também ocorreu algo semelhante, por lá já passaram o golpista Henrique Mandetta, o inócuo Nestor Teich e agora o general fascista Eduardo Pazuello que após meses como interino acabou efetivado na pasta. Todas estas figuras são sujeitos de extrema-direita e sua política é fundamentalmente a mesma como a própria pandemia acabou demonstrando ao desnudar a farsesca contradição entre “científicos e não científicos”.

Deste ponto de vista, a única saída possível para parar de vez com todos os ataques que o meio ambiente, a saúde, a educação e todas as áreas vêm sofrendo é justamente pedir a saída daquele que coordena o a destruição do país, é vocalizar a palavra de ordem Fora Bolsonaro e Todos os Golpistas.

Além disso, é necessário lutar pela restituição dos direitos políticos e pela candidatura do ex-presidente Lula, cujo impedimento ilegal em 2018 abriu o caminho definitivo para a eleição fraudulenta do golpista Jair Bolsonaro.

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