Conferências Municipais
Encontros partidários acontecem entre os dia 31 agosto e 16 de setembro e o partido deve ter candidatos na maioria das capitais
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2020-06-08 imagem do dia ato paulista
Fazer da campanha eleitoral, uma campanha de mobilização contra o regime golpista | Foto: Arquivo DCO

Seguindo as deliberações da sua 30º Conferência Nacional, realizada durante os dias 15 e 16 de agosto, o Partido da Causa Operária (PCO) realiza nas próximas duas semanas conferências municipais, em todas as regiões do País, para deliberar sobre o lançamento de candidaturas a prefeito e vereador, tendo como base o programa e a política unificada aprovada pelo Partido diante da crise política.

Uma tribuna de luta pelo fora Bolsonaro

 

As conferências têm como papel discutir e pôr em prática em todas as localidades o programa aprovado a nível nacional,  escolhendo os candidatos que irão defender o programa aprovado coletivamente e atuar para fazer avançar a organização independente dos explorados em meio à enorme crise social e política que domina o País, tendo como eixos centrais a luta pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas, a defesa da anulação dos processos criminosos da lava jato, com a restituição dos direitos políticos do ex-presidente Lula e convocação de novas eleições gerais, com Lula candidato.

A campanha do PCO vai levantar também um programa de luta pelas reivindicações mais sentidas dos trabalhadores diante da crise, como a luta por medidas públicas de efetivo combate à pandemia, pela redução da jornada de trabalho, sem redução dos salários, para gerar milhões de empregos, contra as privatizações etc., destacando que estas e outras reivindicações só poderão ser conquistadas por meio da organização e mobilização dos próprios explorados e de suas organizações de luta.

Democracia Operária

 

Assim como o evento nacional, que contou com a participação (presencial e on line) de Mais de cem salgados e observadores, eleitos nos organismos de base do Partido, dentre os militantes de todas as regiões do país e do exterior, as conferências municipais tem um amplo caráter democrático, onde quem de fato decide são os militantes, aqueles que constróem o PCO e participam das lutas cotidianas que o Partido realiza. Ao contrário do tradicional “voto de cabresto” e das manipulações feitas pelas direções partidárias, no PCO, o militante efetivamente tem em suas mãos o poder de decidir em conjunto a política geral do Partido (coletivamente em nível nacional), bem como quem são os candidatos que melhor representam a política revolucionária do Partido e definir propostas para impulsionar a campanha de luta em cada região.

As conferências serão abertas à participação de filiados e simpatizantes e os interessados podem podem entrar em contato com as respectivas regionais para poder participar do debate que será realizado em torno da intervenção do partido nas eleições com a palavra de ordem pelo Fora Bolsonaro e a anulação de todos os processos de Lula.

 

Um importante crescimento

 

O PCO planeja lançar candidatos em cerca de 100 cidades, incluindo a maioria das capitais(número que depende da deliberação dos Encontros, refletindo o avanço da organização partidária no último período. A maioria das Conferências Municipais acontecem entre os dia 5 e 13 de setembro e serão híbridas (presenciais e on line), sendo seguidas das convenções eleitorais, realizadas on line em função das normas restritivas estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Dentre os candidatos do PCO, destacam-se companheiros que foram lideranças da luta contra o golpe, pela liberdade de Lula e, agora, pelo “Fora Bolsonaro”” impulsionando a criação de Comitês e Conselhos e a realização de atos e caravanas. Muitos deles são também importantes lideranças das lutas dos trabalhadores contra os ataques dos patrões e da direita nos últimos anos.

Com esses passos, o Partido procura apontar uma perspectiva na etapa atual que vai além das eleições, que se darão em um quadro profundamente reacionário e fraudulento com o regime golpista procurando assegurar a vitória dos candidatos da direita  e a esquerda colocada em uma imensa defensiva, defendendo – inclusive – a unidade da esquerda na luta em torno da defesa da restituição dos direitos políticos do ex-presidente Lula e da sua candidatura à presidência da República.

 

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