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No dia 16 de fevereiro de 2018, o Brasil e em especial o Rio de Janeiro acordou com a explosão de uma bomba: o golpista Michel Temer anunciou uma intervenção militar no Estado do Rio, sob o pretexto de combater a escalada da violência. Cinicamente, a imprensa golpista tentou encobrir a movimentação militar chamando-a de intervenção federal. Mas há professores de universidades públicas, ou quaisquer outros funcionários da rede federal na operação? Não, está tudo sob o comando das Forças Armadas. Para travar uma luta política séria e consequente é fundamental chamar as coisas pelo seu devido nome.

Diante dessa gravíssima ameaça, o Partido da Causa Operária não perdeu tempo e convocou uma plenária extraordinária para tratar desse tema de importância fundamental, já no dia seguinte, no sábado, dia 17.

Sabemos que o Estado do Rio de Janeiro, bem como todo o Brasil, ficam em um estado de letargia no período de carnaval, onde uma multidão de gente inclusive estava viajando e portanto longe da capital. Mas mesmo com toda essa dificuldade, que é até natural, a plenária foi um sucesso. Foram agrupados cerca de 40 militantes, de diversas localidades do estado, gente que tem uma profunda compreensão da gravidade da ameaça dessa intervenção. A plenária foi realizada na sede da CUT no Rio de Janeiro.

O debate foi muito rico e contou com relatos diversos. Companheiras e companheiros do Comitê Volta Dilma (nome do movimento pela anulação do impeachment no Estado do Rio), militantes do PCO e do PT, do grupo Voz Operária e até mesmo militantes sem organização política se reuniram para discutir o problema e propor ações concretas diante desse problema. O PCO produziu dezenas de milhares de panfletos e centenas de cartazes contra a intervenção militar, e os disponibilizou para todos os presentes.

Convidamos todos os companheiros preocupados e conscientes do risco dessa intervenção a entrar em contato e se juntar às nossas atividades de agitação e propaganda. Está na ordem do dia para todos os militantes da esquerda realizar um amplo debate com a população do Rio de Janeiro e organizar os trabalhadores e moradores das favelas e periferias do estado. Precisamos impor um freio à direita golpista. Não à intervenção militar no Rio de Janeiro! Abaixo o golpe de Estado!

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