Usar a eleição para mobilizar
O PCO vai às ruas, feiras livres, locais de trabalho e locais de moradia para falar o que importa: salário, trabalho e terra; e para isso fora Bolsonaro e Lula presidente!
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É preciso mobilizar os trabalhadores em torno de um programa de lutas | Foto: Aquivo/DCO

O Partido da Causa Operária está em pleno vapor na sua campanha eleitoral em todo país. Com os métodos tradicionais do marxismo, o PCO vai às ruas com um programa nacional, de reinvindicações conclamadas em toda história do movimento operário e com uma tática revolucionária para as eleições. Por isso, o PCO vai onde os trabalhadores estão, de terminais do transporte público, portas de fábrica e de porta em porta convocando sua organização e sua mobilização para resolverem seus problemas mais prolongados e assim resolver todos seus problemas imediatos, para lutar contra seus inimigos de classe e seus inimigos políticos. Lutar contra o regime que esmaga os trabalhadores, o regime da burguesia, e varrer os carrascos da população do poder político. Por isso, o PCO vai impulsionar a campanha pelo fora Bolsonaro e Lula presidente junto aos trabalhadores. 

Porta em porta: é necessário falar com os trabalhadores 

Um dos aspectos fundamentais da campanha do PCO é falar abertamente com os trabalhadores sobre suas condições de vida e como lutar para melhorá-las, resolvendo seus problemas na raiz. E os meios para tal feito. Nesse sentido o PCO vai de porta em porta, falar com os trabalhadores em suas próprias residências. Não basta falar na televisão, coisa que o PCO foi proscrito pelo regime político, e também na internet. Embora ambas sejam fontes inquestionáveis de propaganda política ampla e massiva, é necessário ir às portas das casas dos trabalhadores e agitá-los e organizá-los desde lá. Somente a propaganda longínqua não organiza os trabalhadores, é necessário manter um contato, construir uma relação política em seus locais de moradia.  

Por isso o PCO faz sua campanha eleitoral nos locais de moradia. Para ir aos trabalhadores mais distantes, aqueles que não tem internet nem televisão para assistir a enxurrada de demagogia da burguesia durante as eleições, mas ao mesmo tempo os que mais necessitam em se organizar em torno de um programa que toque nos seus interesses comuns de classe.   

Nos casos de São Paulo, por exemplo, os militantes realizam atividades diárias para alcançar o maior número de pessoas possíveis, agregando pessoas a campanha. Esta semana, na capital, o candidato a prefeito Antônio Carlos e militantes do Partido já realizaram panfletagens no Parque D. Pedro, nos metrôs São Judas, Jabaquara, Vila Mariana, Santana, São Joaquim, Tatuapé e Sé, bem como visitas em milhares de casas de bairros na Zona Leste e na Água Funda, por exemplo.

O mesmo tem sido feito na região metropolitana, como no ABC Paulista, com as companheiras Simone Souza e Clenilza Panato, candidatas a prefeita e vereadora, respectivamente, na cidade de Santo André (fotos abaixo).

Nas portas de fábrica: é preciso ir aos locais de trabalho  

O PCO está indo também aos locais de trabalho, como é o caso dos militantes de Santa Catarina. Todo calendário eleitoral está voltado, no caso dos companheiros de Blumenau, a fazer a campanha do programa revolucionário para os próprios operários. A campanha é muito bem recebida pela classe que vai ser a vanguarda da revolução. A necessidade de derrubar o governo genocida e colocar Lula contra a vontade da burguesia é sentida de fábrica em fábrica.  

É preciso uma ampla campanha nos locais de trabalho dos operários, para organizar os operários e chamá-los a derrubar o governo fraudulento e impor a vitória de Lula pelos seus próprios meios de luta: greves, mobilização, piquetes. 

Calendário de panfletagem da campanha eleitoral do PCO nas fábricas Blumenau esta semana: 

Quarta-feira 28/10 – Metalúrgica Altona 04h30 as 05h 30 

Quinta-feira 29/10 –  Empresa Textil Teka 04h30 as 05h 30 

Sexta-feira 30/10 – Empresa Textil Hering 04h30 as 05h 30 

Panfletagem da campanha eleitoral do PCO na porta da metalúrgica Altona ontem (28) na entrada do 1° turno:

Feiras livres: prevenir a população da demagogia eleitoral 

É conhecida a demagogia eleitoral nas feiras livres por parte da direita durante a campanha eleitoral. Muitos golpistas se fazem valer do ambiente aglomerado para iniciar suas campanhas e disputam palmo a palmo os espaços entre a população. O PCO vai para as feiras livres para justamente fazer o oposto. Não há, no partido, nenhuma ilusão eleitoral e nenhuma demagogia. Deve-se ir as feiras, polarizá-las e criar um clima desfavorável para os golpistas no mar de demagogia que eles promovem. Deve-se orientar os trabalhadores que ali passam que sua única arma não é um voto e uma promessa vazia de alguém, ou um benefício particular e imediato, mas sua própria organização e o fortalecimento do partido revolucionário. 

Militantes fazem panfletagem no centro do Rio de Janeiro no início desta semana

Entrevistas: fazer uma ampla campanha de agitação em todos os lugares 

É comum no caso da direita e dos partidos mais aceitos no regime participarem de todas as entrevistas que são realizadas. Ao mesmo tempo, que é comum o sistemático boicote a essas participações na televisão aberta. É óbvio que a burguesia tenta esconder e mascarar qualquer organização que se expressa com base nos anseios da população, que tenha um programa claro com base nesses interesses. Tanto é assim, que o mesmo TSE triturador de candidaturas tirou do PCO a propaganda política obrigatória, em tese, na televisão. Enquanto que o convite normalmente é para não ir, como foi o caso dos candidatos do PCO em Salvador e Feira de Santana que foram convidados a não irem na TVE, televisão estatal comandada por Rui Costa (PT), o que é um escândalo político. 

Por isso, a própria COTV tem suas próprias entrevistas, como pode-se ver na lista abaixo.

 

Uma resposta única ao TSE: Fora Bolsonaro! Lula Presidente! Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo 

Diante o ataque coordenado do TSE o Partido da Causa Operária está fazendo uma intensa campanha de rua. Por isso, é importante juntar-se ao PCO, ir nos locais de trabalho, nos locais de moradia, feiras livres e impulsionar a campanha em todos os lugares. É preciso usar as eleições para mobilizar os trabalhadores por suas reivindicações. É preciso falar do que importa. Organizar, mobilizar, agitar. Sem fantasias eleitorais, sem promessas, deve-se chamar a lutar pelos seus interesses. 

Fora Bolsonaro! Lula Presidente!
Trabalho, salário e terra!
Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo! 

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