Partido unificado
Com os esforços por um partido revolucionário, PCO fecha sua última semana na corrida eleitoral com atividades por todo o País
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Ato dos militantes nas ruas, por um governo dos trabalhadores | Foto: Arquivo DCO

Com o intuito de construir um partido coeso, unificado, revolucionário e, vendo os frutos dos esforços por esse objetivo, no próximo sábado (14), em virtude do fechamento da campanha eleitoral, ocorrerão atividades de confraternização nos comitês de luta do Partido, para os militantes, simpatizantes e todos os que ajudaram na corrida deste último período eleitoral, onde serão servidos almoços pelo custo de R$ 29,00.

O companheiro Antônio Carlos, candidato à prefeitura da cidade de São Paulo, declara que “A campanha do PCO é uma campanha de mobilização dos trabalhadores e da juventude por suas reivindicações diante da crise. O PCO não faz promessas ou procura iludir o povo trabalhador de que seu problemas serão resolvidos por políticos, supostamente, bem intencionados. Pelo contrário, diz claramente que – como nos ensina nossa histórica – qualquer mudança fundamental, como seria hoje barrar a ofensiva da direita golpistas, só pode vir da luta do próprio povo. Vamos às ruas e demais atividades de campanha para denunciar a fraude do processo eleitoral e chamar os explorados a se organizarem pelo Fora Bolsonaro e todos golpistas e por Lula candidato. Nessa luta buscamos fortalecer a arma fundamental da classe operária em sua luta que é o partido operário revolucionário, do qual o PCO é hoje o principal embrião.”

Apesar da agenda diminuta da campanha eleitoral deste ano, ainda assim, o Partido da Causa Operária logrou êxito no seu objetivo. Uma vez que a campanha eleitoral sempre foi um palco para o show de demagogia e fraudes, para o PCO, a campanha serviu como um poderoso instrumento de agitação e propaganda.

O partido não tem qualquer expectativa com os resultados das eleições e tão pouco acredita ser esse o caminho para uma sociedade justa e democrática, mas a campanha eleitoral pode servir como demonstração das atividades partidárias e como o partido e sua militância realizam o trabalho. Para um partido revolucionário, as eleições servem apenas como uma tribuna.

O objetivo da intervenção do PCO, no entanto, não se resume ao trabalho e resultados eleitorais, mas à utilização do período eleitoral para denunciar o golpe de Estado que o país sofre há mais de quatro anos, o caráter antidemocrático das eleições e para defender o programa do partido, que são as reivindicações da classe trabalhadora.

O PCO busca agrupar em torno de si os setores mais conscientes, diferentemente dos partidos burgueses, incluindo os da esquerda que pagam cabos eleitorais, gente para segurar bandeira e para ir aos atos, o PCO conta com o esforço de seus militantes e simpatizantes na tarefa da agitação e propaganda durante as eleições. A campanha de porta em porta, as panfletagens diárias, as colagens – entre várias outras atividades – todas com o intuito de destacar a diferença entre um partido revolucionário e os partidos da esquerda pequeno-burguesa como o PSOL, PCB, UP e o PSTU, os quais não fazem nem o mínimo que um partido revolucionário deveria fazer. Apesar de sermos um pequeno partido de esquerda, temos demonstrado como se deve agir para mobilizar a população contra o regime golpista.

No decorrer desta curta caminhada, os companheiros do PCO realizaram atividades em quase todos os estados do Brasil e como em todas as eleições, seus candidatos não se apresentam como postulantes ao cargo de administradores da massa falida desse regime capitalista, tampouco reduziram o debate político às tarefas de obras municipais, como tapar buracos, tratar da iluminação e etc. A questão da luta política é a luta pelo poder político. Nesse sentido, não se trata de lançar um grande administrador, mas a tarefa de um partido revolucionário é agrupar as massas em torno de um programa revolucionário para avançar sobre os capitalistas que desmontam o Estado. Em última análise, é preciso mudar a correlação de forças e construir uma sólida base popular que dê apoio a qualquer governo que se defronte com os grandes capitalistas. Para isso, o PCO coloca como prioridade a mobilização popular para resolver os problemas fundamentais das cidades e do campo do ponto de vista dos interesses dos trabalhadores e do conjunto dos oprimidos.

Outro tema bastante relevante para estas eleições foi a discussão sobre o financiamento de campanha do ponto de vista de um partido operário e revolucionário: os candidatos não são candidatos de si mesmo e sim candidaturas do partido, que levem adiante os interesses de classe e não individuais e alheios aos interesses do povo como são as candidaturas da burguesia, dessa forma, o caixa deve ser centralizado, de forma que distribua de forma igualitária os recursos para o desenvolvimento partidário em todos os lugares onde o partido tiver candidatos, e, os materiais devem ser unificados, levando adiante a política e o programa do partido. Tudo isso está em completa oposição às candidaturas de tipo burguesa e pequeno-burguesa e tem como um único objetivo, a construção da direção revolucionária da classe operária e de um partido revolucionário.

Com uma campanha de apenas 45 dias, e sem tempo no horário eleitoral do rádio e televisão, as eleições deste ano são as mais antidemocráticas de todos os tempos, da história recente deste país. Enquanto os partidos parlamentares, principalmente os partidos tradicionais da direita deleitam-se da concessão do regime antidemocrático, o PCO sai às ruas com o mesmo programa que havia formulado para a crise da pandemia e a crise econômica, o que revela uma completa coerência e continuidade da linha política do partido na prática.

A campanha eleitoral deve ser feita pelo partido e em nome do Partido e não dos candidatos individuais. A legislação brasileira é uma legislação antipartido e transforma cada candidato em um micro partido. Nossa campanha deve se opor radicalmente a isso, fazendo uma campanha partidária e não de candidatos.

Nossa palavra de ordem é “vote e lute com o PCO” e não em pessoas individuais, que por si só, não conseguem resolver nem seus próprios problemas, muito menos o de uma sociedade.
Nosso objetivo central: construir a direção revolucionária da classe operária, construir o partido revolucionário

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