Candidatura de Lula
Em pleno início, a campanha já recebe grande apoio da militância, de ativistas e da imprensa de esquerda independente
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PCO campanha Lula presidente
Ato pela candidatura de Lula em 2018 | Foto: Reprodução TVC
PCO campanha Lula presidente
Ato pela candidatura de Lula em 2018 | Foto: Reprodução TVC

Nesta última semana o PCO esteve presente em mais dois canais progressistas de esquerda para divulgar e debater a campanha do Partido pela candidatura do ex-presidente Lula em 2022.

A campanha é resultado do desenvolvimento da luta contra o golpe de Estado, que o Partido desenvolve e se dedica desde antes do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, em 2016. Mais precisamente a campanha contra o golpe de Estado teve seu 1º ato de rua em 2015, quando a APEOESP (Sindicato dos professores do Ensino Oficial do estado de São Paulo), chamou um ato para denunciar “impeachment é golpe”. Esta iniciativa foi fruto da intervenção expressiva que o PCO exerceu na categoria, que levou um setor do Partido dos Trabalhadores a acompanhar a mobilização.

Criou-se a Frente Brasil Popular e o chamado do PCO para a organização da frente única contra o golpe, resultou na criação de Comitês de Luta, organizações suprapartidárias que tinham como principal objetivo organizar a lulta contra o golpe de Estado junto aos trabalhadores, que em sua grande maioria foram incentivadas pelo aparato da imprensa capitalista a assistirem o cerco de golpe como meros espectadores.

Foi baseado nesta unidade na luta que o PCO realizou milhares de atividades, caravanas, atos, sempre buscando outras organizações de luta dos trabalhadores, como partidos, sindicatos, movimento sociais, entre outros, para colocar em marcha a luta contra o golpe de Estado, que viria a derrubar o governo do PT.

Da luta contra o impeachment de Dilma, depois pela anulação do impeachment, contra o julgamento de Lula, sua condenação de Lula, prisão e cassação, o PCO teve um papel fundamental de agita edor e organizador da campanha contra o golpe de Estado, coisa que outros setores da esquerda, não compreenderam ou simplesmente não quiseram tomar posição.

Foi assim que o PCO, um partido pequeno e com muitas mais limitações materiais que os demais partidos de esquerda, liderou grandes atos pela Liberdade de Lula, como os que ocorreram em Curitiba, pouco antes do ex-presidente ser solto.

Isto porque o Partido teve sempre claro que a burguesia derrubou o governo do PT, não por alguma política agressiva contra a burguesia que o PT tenha adotado, mas sim porque a burguesia precisava reverter um processo de contenção da luta de classes, que ela outrora permitiu. Foi uma necessidade imposta pela crise capitalista mundial de 2008, que veio e levou a burguesia à bancarrota, fazendo com que, para manter seus negócios e o controle do regime, ela precisasse aumentar o nível de exploração que exerce sobre os trabalhadores. O resultado disto é que todas as moderadas reformas que o PT fez, com relativo consenso da burguesia, passassem a ser algo inaceitável.

Logo, se o PT deixou de ser aceitável para a necessidade da burguesia, seu principal dirigente, sob o qual foi construído todo este projeto de conciliação, precisaria ser anulado enquanto liderança política. Por isso, mesmo passando pela necessidade de derrubar Dilma, o alvo principal dos capitalistas sempre foi o ex-presidente Lula. Ainda mais sabendo que quando os golpistas passassem a implementar um programa reacionário, revertendo programas sociais do PT, os trabalhadores e a população em geral seriam atraídos pela ideia de volta de Lula e do PT. O ex-presidente, portanto, nos últimos anos foi a questão central da luta entre os golpistas e a população, dado que a política da burguesia passou ser a de ter que buscar diminuir ao máximo a influência de Lula.

Agora, nessa nova etapa da luta, em que o governo Bolsonaro, aos trancos e barrancos, tem conseguido se manter. Tanto extrema direita como a direita golpista se preparam para as próximos eleições presidenciais, tal como ambas procuram evitar que a esquerda polarize esta situação com a extrema direita.

Daí a necessidade de lutar pela anulação de todos os processos contra o ex-presidente, restituição de todos os seus direitos políticos, o que só poder dar certo a partir das mobilizações dos trabalhadores. Por isso, o Partido da Causa Operária (PCO), começou desde já a debater e divulgar a campanha por Lula candidato e a partir do próximo ano começará as atividades.

O grande apoio da militância, ativistas e da imprensa de esquerda independente sobre a campanha, demonstra como de fato a mobilização em torno de Lula presidente é totalmente possível e deve ser em torno de Lula que a esquerda precisa se unir e não em frente ampla a favor de algum político “menos pior”.

Assista o programa Edição Urgente: Campanhas revolucionárias do PCO no canal TVC Jornalismo

 

Veja também no canal Cotidiano News o programa PCO lança campanha Lula
Presidente

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