É preciso agir
Patrões de frigoríficos e seu governo estão praticando com os operários uma verdadeira carnificina, diante do coronavírus, ao forçarem-nos a trabalhar
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Gargalheira, instrumento de tortura dos escravos | Foto: Reprodução

Os patrões e seu governo, genocidas dos trabalhadores e, principalmente do setor de frigoríficos, para manter e aumentar o lucro, estão levando, em uma rapidez descomunal, os operários ao contágio do coronavírus. Pode-se indicar, aleatoriamente um frigorifico qualquer que você encontrará trabalhadores contaminados, seja no Rio Grande do Sul ou no Amazonas, no Pará ou São Paulo, não há como fugir dessa situação devido ao tratamento escravo. A imprensa venal vem apregoando que é o problema da distância em que os trabalhadores ficam entre um e outro, que é praticamente encostado, que há falta de ventilação, que é um incontável número de coisas, porem, o que é relevante e o principal é a ganancia dos patrões.

O setor de frigorifico representa em média para o Brasil de seis e nove por cento, tanto o governo golpista, quanto os patrões tentam de todas as formas elevar o percentual do Produto Interno Bruto e, para que isso ocorra, esses parasitas da força de trabalho de seus operários ao mais extenuante ritmo possível, inclusive se utilizando de trabalhos aos sábados, domingos e feriados. – A latifundiária golpista e ministra da agricultura Tereza Cristina deu carta branca para que os patrões não mais tivessem fiscalizações de órgãos do governo, ou seja, eles mesmos os fiscalizarão – elevando ainda mais o lucro fazendo dos trabalhadores verdadeiros escravos, aos moldes do período colonial.

O coronavírus nos frigoríficos

Todos os dias pode-se fazer uma pesquisa em órgãos de imprensa que haverá notícias onde frigoríficos foram interditados, encontraram-se trabalhadores com cornavírus e que trabalhador em frigorífico da JBS/Friboi, BRF – Brasil Foods, etc., foi morto pelo covid-19.

A discrepância de números é algo assustador, um dos exemplos que sempre deverá ser lembrado é de que, no Rio Grande do Sul, apesar de haver um pouco mais de 65 mil trabalhadores nos frigoríficos, este representa 25% do número de casos no estado onde habitam 12 milhões de pessoas, isso sempre tem de ser considerado que os governos golpistas, todos sem exceção, escondem os verdadeiros números, ou seja, são subestimados.

Ontem (02), por exemplo, a venal imprensa da Globo noticiou que, em um mês, no município de Dourados, cidade de Mato Grosso do Sul, da prefeita Délia Razuk do golpista PR, os casos de coronavírus subiram de 236 para 2670, ou seja, 1.131,359%, uma cidade cuja sua principal atividade industrial está ligada aos frigoríficos e, a falta de interesse dos patrões genocidas, em preservar a vida dos funcionários, que são feitos de escravos para garantir o lucro. Enquanto esses senhores de escravos estão em casa só conferindo o volume de dinheiro entrando nas contas bancárias, os trabalhadores são contaminados e morrem feito moscas.

É preciso agir

Não há outra alternativa a não ser a paralisação dos frigoríficos, para que seja preservada a vida dos operários e a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) deve tomar a frente dessa luta, juntamente com diversas entidades, tanto do movimento operário e popular, nesse caso até as comunidades indígenas, como em dourados onde uma parcela também trabalham no setor frigorífico.

É necessário, ainda, a formação de comissões de fábrica para que os trabalhadores possam debater as condições impostas pelos patrões e seus capachos, como os encarregados, gerentes, etc., no interior da fábrica.

Formar conselhos populares para discutir o momento em que a periferia vem sendo a principal afetada e tirar propostas para o avanço do coronavírus, etc..

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