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Patrões, e seu governo genocidas, a exemplo da ministra da agricultura Tereza Cristina, para manter o lucro impõem o regime de escravidão nos frigoríficos
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mesas de produção em frigoríficos
mesa de produção em frigorífico | foto: reprodução

Os patrões gananciosos do Paraná resolveram em junho (30), publicar no Diário Oficial do Estado do Paraná um resolução de nº 855/2020 que, após 105 dias em que foi divulgado no país a situação da pandemia e, naquele momento, já estava começando a contaminação dos trabalhadores em frigoríficos.

Logo após a resolução entrar em vigor, os patrões dos frigoríficos decidiram não acatar a decisão, apesar de a resolução, nem de longe impor medidas que atenuasse a situação da pandemia do coronavírus diante da vulnerabilidade dos trabalhadores nesse setor. A resolução, no entanto, elaborada pelos patrões e o governo, diante dos gananciosos manifestarem oposição ao texto, o governo a revogou.

O Paraná é, atualmente, o maior exportador de carne de frango, tem mais de 300 frigoríficos no estado e 100.000 trabalhadores e, não fosse a atitude dos patrões, aliado a seu governo e prefeitos, os números apresentados de 10 mil entre contaminado e possíveis portadores do coronavírus, bem como se houvesse teste, como foi estipulado pelo Ministério Público do Trabalho (MTP) que considerou as normas do governo federal como totalmente insuficiente para dar conta das necessidades dos trabalhadores para que seja evitado o contágio, em outras palavras, uma verdadeira farsa, o resultado estaria seis a sete vezes maior.

Os patrões e o governo do Paraná estão preocupado somente com o lucro, a exemplo da ministra,  latifundiária, golpista e ministra de agricultura, através de seu total desprezo para com os trabalhadores, mas preocupadíssima com o volume de dinheiro estrangeiro para o Brasil que vem, de todas as formas tentando ocultar a hecatombe que reina dentro dos frigoríficos, como parte interessada nesse setor industrial, quando proferiu declarações fantasiosas de que “a reverberação muitas vezes maior do que o fato” em relação aos casos de coronavírus detectados em frigoríficos brasileiros”. “Essa é uma preocupação grande porque, quando você distorce a informação e ela chega lá fora, temos tido problemas com isso”.

Toda essa corja de genocidas não irão fazer com que os trabalhadores estejam protegidos, não vão criar condições para que os trabalhadores tenham possibilidade de evitar o contágio do coronavírus porque, para eles a vida de cada trabalhador não tem importância, mas sim com o volume de dinheiro que estará entrando em suas contas bancárias.

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No período colonial, os parlamentares criavam leis que, em tese seria para a defesa dos escravos e a inibição do tráfico, no entanto, ninguém respeitava nada, nem os “senhores, nem os traficantes e muito menos os capitães dos navios negreiros”. Essas leis foram tidas com se fosse para inglês ver. Com os frigoríficos, a exemplo do estado do Paraná, para os patrões, e seu governo, como no caso do Carlos Alberto Massa Junior do golpista PSD, apoiador do fascista Bolsonaro, criaram as leis e depois as rasgaram.

Que pese a resolução 855/2020 não tenha nenhum compromisso em assumir qualquer defesa das condições de vida e trabalho dos funcionários dos frigoríficos, a farsa montada da Secretaria do Estado de Saúde (SES) do Paraná, com os donos de frigoríficos e outros, depois de quase quatro meses, onde a contaminação estava correndo solta, foi uma medida para fingir preocupação com a situação, quando na realidade, não há pelos patrões, nenhum interesse seguir qualquer legislação, a não ser a deles próprios. Ou seja, dos escravagistas do século XXI. É necessário ressaltar que essa atitude não é somente do governo do Paraná, ela se estende por todo o país, por isso a latifundiária golpista do ministério da agricultura e, também genocida dos trabalhadores, Tereza Cristina tem a capacidade de afirmar que os dados levantados nos frigoríficos sobre o covid-19 são exagerados.

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