Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
trabalhadores em frigorifico - 18-06
|

Depois de inúmeras denuncias dos trabalhadores, o Ministério Público do Trabalho (MTP) realizou investigação no Frigorifico Laranjal, localizada na cidade do mesmo nome e observou inúmeras irregularidades dentro da fábrica.
As jornadas superam 11, 12, 13 e 14 ou mais horas por dia de trabalho. Isso quando conforme a Consolidação das Leis do trabalho, a jornada deve ser de oito horas diárias e não pode ultrapassar em duas horas extras por dia e os trabalhadores não gozam sequer do direito ao descanso semanal. No frigorífico todos os dias são considerados dias úteis, os sábados, domingos e feriados são considerados dias de trabalho normal, para os trabalhadores não há período de descanso, a jornada de trabalho ultrapassa o período mínimo 11 horas de descanso intrajornada, ou seja, entre duas jornadas. Além disso, a empresa atrasa o pagamento dos salários.
Conforme o MPT, foi proposto dada mais uma “chance” para os patrões, por meio da assinatura de Termo de Ajuste de Conduta, de forma que a empresa pudesse regularizar as questões apresentadas, mas os patrões se negaram a cumprir. Diante da negativa dos donos do frigorífico, o Ministério Público ingressou com a ação civil pública.
Caso descumpra a decisão liminar, o Frigorífico Laranjal está ameaçado de pagar multa de R$ 1 mil por empregado e por descumprimento, reversível ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

No mérito da ação, o MPT pede a efetivação da liminar e a condenação da empresa ré ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.
Os patrões passam por cima de toda e qualquer legislação que visa minimizar a exploração dos trabalhadores e neste caso é nítido que os funcionários do Frigorifico Laranjal estão vivendo um regime de escravidão explicito.
Esperar pela ação do MPT e da justiça não dá resultado. O judiciário só funciona quando se trata de perseguir e reprimir os trabalhadores, suas greves, suas lutas e suas lideranças, como sê no caso do ex-presidente Lula, preso sem provas e como parte de um processo fraudulento.

Diante dessas situação, é necessária a mobilização dos operários e a ocupação das instalações da fábrica, pelos trabalhadores até que os senhores de escravos regularizem a situação.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas