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No Frigorifico João Gava, localizado em Perus, zona norte de São Paulo é denunciada por abusar de seus funcionários, fazendo com que carreguem mais de 300 sacos de 40 quilogramas por período de trabalho, sendo cinco sacos a cada oito minutos.
Os funcionários que trabalham no setor de moinho, onde fazem o ensacamento a farinha de osso, quando terminam a jornada de trabalho ficam tão cansados que falta até ânimo para irem para casa.
Existe uma norma internacional europeia que estipula em 25 kgs o peso em que o trabalhador pode carregar, não ultrapassando em duas horas por dia, mesmo nestas condições, os sacos terão que estar a uma altura de 75 centímetros do chão, o trabalhador deve estar em posição ereta, sem ter que curvar o seu corpo. A frequência de levantamentos deve ser de um saco a cada cinco minutos, ou dentro de um espaço de tempo ainda maior, no entanto os trabalhadores são obrigados a carregar 40 quilogramas por vez e, em cinco minutos já terão carregados o equivalente a três sacos, o que corresponde a 120 quilogramas, enquanto deveriam ter carregado tão somente 23 quilogramas.
Por realizar uma tarefa digna de um burro de cargas, os trabalhadores vivem trabalhando com dores nas costas, sendo, por isso, constantemente são afastados do trabalho por licença médica.
Apesar de ser um absurdo o que os patrões fazem aos seus funcionários, também negam-lhes o fornecimento do Comunicado de Acidentes do trabalho (CAT) mesmo com os constantes acidentes ocorridos diariamente dentro da fábrica.

Para os patrões, o melhor é fazer os trabalhadores como burros de cargas, pois assim, feito escravos, pois assim podem aumentar o lucro com pouquíssima despesa.
Para que isso ocorra, procuram impor suas próprias leis, passando por cima da própria convenção dos trabalhadores nas indústrias de carne e do frio, bem como da Consolidação das Leia do trabalho (CLT), corroborada com a destruição imposta pelo governo golpista de plantão do Michel temer (MDB).
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carne, Derivados e do Frio no Estado de São Paulo realizará reunião com os companheiros trabalhadores da fábrica do João Gava, na próxima semana, para discutir sobre o tratamento dos patrões e exigir a imediata regularização da situação em que os trabalhadores se encontram.

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