Mentiras da direita
Páginas de extrema-direita divulgaram a mentira nas redes sociais
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Jornalista Patrícia Lelis. Foto: Perfil pessoal no Twitter |

Da redação – A jornalista Patrícia Lélis, ex-namorada do deputado federal fascista Eduardo Bolsonaro, desmentiu os boatos espalhados pela extrema-direita de que teria sido presa nos Estados Unidos.

Em tuítes postados há poucos minutos, ela comprovou estar em liberdade e denunciou a campanha de propaganda enganosa contra ela, promovida por páginas nas redes sociais, sinalizando que pessoas próximas a Eduardo Bolsonaro estão envolvidas na propagação da mentira.

No começo da tarde de hoje (10), páginas e portais de extrema-direita que são especializados em produzir notícias falsas espalharam o boato de que Patrícia teria sido presa em dezembro nos Estados Unidos por falso testemunho à polícia. Ela tem acusações contra o deputado federal Marco Feliciano por tentativa de estupro.

O boato chegou a estar entre as tendências principais do Twitter na tarde desta segunda-feira.

Patrícia Lélis, que, após a intensa perseguição a Lula e o golpe contra Dilma se converteu em apoiadora da esquerda, é frequentemente perseguida pelos bandos de extrema-direita por denunciar a família Bolsonaro.

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