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A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública interativa debate o legado vivo de Abdias Nascimento. O evento contará com presença de Wole Soyinka, primeiro africano a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, além de nomes do ativismo em direitos humanos. 

Em pronunciamento, membro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência Contra Jovens Negros e Pobres,deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado.
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Durante a última edição da Parada LGBT, que ocorreu neste último domingo (3) em São Paulo, houve a promoção e a participação de uma delegação oficial de Israel, com o objetivo de propagandear o turismo em Tel Aviv para o público da marcha.

Diante de tal situação, o setorial LGBT do PSOL fez uma crítica justa, dizendo que era um absurdo essa participação ser permitida já que o Estado de Israel é uma das coisas mais direitistas e reacionárias do mundo, oprime brutalmente toda uma população de palestinos e árabes e, portanto, nenhuma luta por igualdade pode se colocar ao lado de monstros como estes.

Jean Wyllys, que também é do PSOL, se mostrou ofendido com essa postura do próprio partido e correu para defender a participação dos israelenses na Parada, inclusive argumentando ridiculamente que o fato de alguém ser contra a participação desse setor no evento seria algum tipo de “antissemitismo”.

O deputado, que se diz o paladino da causa LGBT, na verdade mostra que é mais um cão de guarda de Israel. Em todas as oportunidades possíveis, o parlamentar corre em defesa desse Estado genocida.

A coisa toda fica ainda mais grave se analisarmos o momento atual do Oriente Médio, com a população palestina sendo massacrada aos montes na Faixa de Gaza, em uma ação monstruosa e criminosa.

Assim, Wyllys se coloca ao lado da posição oficial do imperialismo, que defende o massacre promovido por Israel, o ataque a países como, por exemplo, a Venezuela, dentre outras posições que não tem absolutamente nada a ver com a esquerda.

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