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Identitarismo, política da direita contra Lula e os trabalhadores

3 de julho

Para combater os genocidas e a pandemia, organizar ato nacional

Editorial da 14ª edição do jornal Partido, órgão do Partido da Causa Operária para os filiados

Nosso 1º de maio mostrou que devemos sair às ruas, ficar em casa não resolverá nada – Bruno Santos/Folhapress

Companheiros,

Realizar o 1º de maio mostrou para toda a esquerda a necessidade e a possibilidade de realizar grandes atos de rua. Os frutos foram colhidos na mesma semana: militantes do MTST tomaram duas avenidas grandes de São Paulo, Av. Tancredo Neves e Av. Tiradentes, reivindicando o auxílio emergencial de R$ 600 e auxílio moradia, mesmo tendo um de seus “dirigentes”, Guilherme Boulos, dito que “assim que terminar a pandemia” voltariam os atos de rua. Boulos não entende, ou não liga para o fato, que ninguém quer ficar esperando para morrer em casa até, sabe-se lá quando, a pandemia acabar. A chacina do Jacarezinho no Rio de Janeiro, foi outro fator que colocou a necessidade dos atos de ruas, sem nenhuma organização, permissão da esquerda ou qualquer outro ritus burocrático, a população da favela do Jacarezinho saiu às ruas da comunidade e protestaram contra a chacina, depois disso, o setor mais politizado da juventude das comunidades do Rio chamaram duas manifestações com o mesmo objetivo. Para a população não há dúvidas, ou saímos às ruas ou morremos em casa, seja pela doença, seja pela bala.

Nosso partido entendeu muito bem esse problema, estamos a mais de um ano batendo nessa mesma tecla, contudo, na última reunião do Comitê Central Nacional, realizada de maneira ampliada, com convidados de destaques de todas as regionais, constatamos que é preciso aproveitar o clima político e agarrar a possibilidade com as duas mãos: precisamos investir em um grande ato nacional, maior do que o 1º de maio, precisamos colocar 5 mil pessoas nas ruas contra a política golpista e genocida da burguesia. A reunião deixou claro que é preciso fazer um ato pela quebra das patentes, vacina para toda a população, e um auxílio emergencial de pelo menos um salário mínimo para o povo.

Devemos desde já começar a organizar esse ato. Apesar das condições estarem maduras, enfrentaremos o boicote das direções pequeno-burguesas da esquerda reformista, que têm sido os principais inimigos da mobilizações, portanto, precisamos imediatamente começar a agitação nos bairros populares, nas organizações de base, nos terminais de transporte coletivos, nas fábricas, nos correios e nos assentamentos urbanos e rurais. A maré nos é favorável mas os inimigos são muitos, para vencê-los precisamos começar agora. 

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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