Para atacar a Rússia, imperialismo faz demagogia com as mulheres

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A imprensa imperialista não sabe mais o que fazer para atacar a Rússia. A “russofobia”, essa propaganda anti-Rússia, está impregnada na campanha ideológica disseminada pela imprensa burguesa. A “bola da vez” é classificar o país como um dos “mais perigosos e violentos para as mulheres”.

A Rússia já foi alvo de várias críticas rasas de sentido. Já foi culpada pela destruição da Síria, do Brexit, da eleição de Trump, da ascensão da extrema-direita em vários países da União Europeia, bem como do envenenamento de um agente russo que mora na Inglaterra, que se recuperou milagrosamente e de quem nunca mais se ouviu.

A imprensa anti-Russia agora está interessada na violência doméstica e o assédio sofrido pelas mulheres russas. É como se fosse algo restrito ao país, é como se não houvesse nada disso no resto do mundo. Claro está que a imprensa pró-imperialista se disfarça de democrática, progressista e defensora da liberdade das mulheres e sua emancipação, mas na verdade é totalmente contrária a qualquer igualdade entre homens e mulheres, ou até mesmo, do direito das próprias mulheres.

Aqui no Brasil, essa mesma imprensa preocupada com as mulheres russas apoiou que a direita entrasse no poder, tirasse a aposentadoria das mulheres, as leis trabalhistas, a saúde, educação pública de todas as mulheres brasileiras. Essa imprensa golpista e defensora do imperialismo faz campanha contra o aborto e é a favor da privatização de serviços públicos, que beneficiam toda a classe trabalhadora e as mulheres.