Para a direção golpista do Banco do Brasil, gerente que pratica assédio moral deve ser promovido

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Recentemente um gerente na cidade de São Paulo, que tem no seu histórico a prática comum de assédio moral sob os seus funcionários, foi promovido pela direção do Banco do Brasil, revelando o caráter direitista da direção do banco no processo golpista em que passa o País.

Após o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no processo de golpe no Brasil organizado pelos países imperialistas junto com o reacionário Congresso Nacional, o poder executivo e o poder judiciário, jogaram na lato do lixo mais de 54,5 milhões de votos, abriu o caminho para direita aumentar ainda mais exploração sob os trabalhadores.

Nos bancos é notório o processo de ataques através de demissões em massa, fechamento de centenas de agências em todo o País, descomissionamento, transferências compulsórias, e o aumento exponencial, sofrido pela categoria, com o assédio moral como forma de pressão para o aumento de venda de produtos bancários.

Segundo dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST), nos últimos três anos, mais de 400 processos de assédio moral foram registrados, por dia, no Brasil.

Nos bancos a prática de assédio passou a ser motivo para os chefetes puxa-saco serem promovidos. Foi o que aconteceu, recentemente, com um gerente do Banco do Brasil de uma agência na grande São Paulo, que, por ter no seu currículo uma quantidade enorme de denúncias por assédio moral foi transferido da sua atual agência de nível “B” para uma outra de nível “A”, em decorrência desta transferência houve uma promoção nos seus vencimentos.

Os banqueiros, grandes financiadores do golpe de Estado no País, estão a todo o vapor aprofundando os ataques aos trabalhadores e a toda a população em geral. Os trabalhadores não devem aceitar a política de ataques dos banqueiros e seus governos golpistas. Somente uma luta unitária dos trabalhadores pode barrar a ofensiva dos golpistas e o golpe.