Crise social aumenta
23% das vítimas de exploração sexual não têm sequer 18 anos
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Meninas menores de idade | Foto: Reprodução

Em meio à pandemia do novo coronavírus e à crise econômica agravada pelo governo ilegítimo de Jair Bolsonaro, as condições de vida da população vêm se desintegrando no país. Além do colapso na área de saúde, vários problemas sociais têm se agravado, como é o caso da prostituição e o tráfico de pessoas na região amazônica.

A chamada Tríplice Fronteira Amazônica (Brasil, Colômbia e Peru), até o final do mês de julho, já possuía mais de 15 mil pessoas contaminadas e quase 400 pessoas já foram há óbito pelo COVID-19. Além dos problemas na saúde, que já se encontra em colapso, o confinamento, desemprego, escolas fechadas, estão expondo os trabalhadores da região, especialmente crianças e adolescentes, a todo tipo de exploração para sobreviverem, como o narcotráfico, extração ilegal de madeira e exploração sexual.

As redes de tráfico sexual têm se aproveitado da situação de vulnerabilidade da população pobre e aumentado a exploração sobre os jovens que, sem alternativas, são levados a acreditar que podem melhorar de vida, mas acabam sendo levadas à prostituição e trabalho escravo.

De acordo com dados da Rede de Combate ao Tráfico de Pessoas na Tríplice Fronteira (RETP), foram identificadas duas formas fortes de exploração: a exploração sexual comercial de meninos, meninas e adolescentes; e outra o trabalho escravo. Entre as vítimas, 62% são mulheres e 23% são meninas menores de idade, e em torno de 80% das vezes o objetivo é explorá-las sexualmente.

A crise continua se acentuando e não vai parar até a queda de Bolsonaro. Com o fim da CLT, da previdência, da saúde, da educação etc., cada vez mais mulheres terão de se submeter a condições horríveis de trabalho para conseguir sobreviver. A situação na região amazônica é o reflexo de uma situação que tende a se estender por todo o país.

O golpe e o governo Bolsonaro transformaram o Brasil numa completa colônia de exploração e miserabilidade, e quem mais paga por isso é a população pobre, em especial as mulheres, que diariamente são vítimas da opressão e exploração. É imprescindível que as mulheres e toda a classe trabalhadora se unam pelo Fora Bolsonaro.

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