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Londres, 7 mai (Prensa Latina) A atriz estadunidense Pamela Anderson defendeu hoje aqui a liberdade do fundador do Wikileaks, Julian Assange, depois de visitá-lo na prisão londrina onde permanece encerrado há quase um mês.
Não merece estar em uma prisão de máxima segurança. Nunca cometeu nenhum ato de violência, e é inocente, assegurou a estrela da popular série Baywatch, e que foi uma visitante assídua do jornalista australiano durante os sete anos que esteve asilado na embaixada do Equador nesta capital.

A atriz fez as declarações à imprensa em frente ao cárcere de Belmarsh, no sudeste de Londres, onde Assange está enclausurado desde 11 de abril passado, data em que o Governo equatoriano lhe retirou o asilo e o entregou à Scotland Yard.

Isto não pode ser chamado justiça. É uma abominação, arremeteu Anderson, que protegia-se do frio com um chale cinza em que se liam palavras como ‘liberdade de expressão’, ‘amordaçado’, e ‘confinado’.

Depois de exortar a seguir lutando pela liberdade de Assange, a estrela de Hollywood apontou que o ciberativista ‘se sacrificou muito por revelar a verdade que todos merecemos’, em alusão à filtragem que fez a Wikileaks de milhares de documentos e arquivos secretos que puseram em aperto a diplomacia e o Exército norte-americanos.

O editor do portal digital, Kristinn Hrafnsson, que acompanhou nesta terça-feira a atriz na visita, denunciou, por sua vez, que o ciberativista deve permanecer 23 horas dentro da cela.

É o que chamamos em termos gerais isolamento em solitário, e é inaceitável, criticou.

Assange deverá cumprir em Belmarsh a sentença de 50 semanas de cárcere que lhe impôs a justiça britânica por violar os termos da liberdade condicional outorgada em 2012, em relação com um caso de supostos delitos sexuais cometidos na Suécia.

O Governo dos Estados Unidos também quer julgar pelo delito de conspiração para cometer pirataria informática, e apresentou uma ordem de extradição que está sendo estudada pela Corte de Magistrados de Westminster, a qual já celebrou uma primeira vista em que Assange se negou a ser extraditado.

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