Frutos da Revolução
O desembarque de 52 médicos cubanos na Itália, deve ser também é sempre lembrado como mais um dos grandes resultados das revoluções socialistas pelo mundo.
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Fidel e os revolucionários dirigindo se ao povo de Santa Clara, após a derrota da burguesia. |

A revolução cubana de 1° de janeiro de 1959 continua a dar ao mundo os seus resultados, em que pese os quase 60 anos de embargos econômicos dos EUA, mais uma vez os médicos cubanos vem servir a revolução, ajudar os povos estrangeiros, inclusive de países desenvolvidos na Europa, como ocorre agora na Itália que acaba de receber 52 médicos e paramédicos, sendo a primeira vez que um País europeu recebe ajuda cubana. Atualmente, cerca de 30 mil profissionais da saúde cubanos atendem em 61 países África, América Central e Ásia.

Também no Brasil, os médicos cubanos prestaram seu apoio revolucionário durante os governos do PT, nos mandatos de Dilma Rousself. Criado em 2013, pela presidenta o programa perdeu 8.300 profissionais, quando o fascista Jair Bolsonaro assumiu. Apesar de prestarem enorme ajuda à população mais carente do Brasil, os médicos cubanos ainda sofreram atos de desrespeito incentivados pela onda fascista propagandeada pela burguesia e repetida pela classe média coxinha.

À época da expulsão dos médicos cubanos do País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva descreveu em carta aberta ao jornal cubano Juventude Rebelde seu agradecimento aos profissionais por ensinarem uma “medicina mais humana e eficiente na melhora dos indicadores de saúde”, e criticou que o programa tenha chegado ao fim pela postura do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Os médicos, que deixaram Cuba no último sábado dia 21, desembarcaram na Itália, na região da Lombardia, onde ocorreu a maior disseminação da infecção pelo COVID 19. atingida pela pandemia. De acordo Carlos Ricardo Pérez chefe de delegação dos que desembarcaram na Lombardia, 30 membros do grupo já têm grande experiência no combate a epidemias, tendo participado das missões de luta contra a epidemia de ebola na África Ocidental, em 2014, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria dos médicos cubanos devem atuar no hospital de Crema, na cidade de Cremona. A previsão é de auxílio por três meses ao povo italiano.

Na chegada, um dos médicos anunciou: “Todos nós temos medo, mas temos que cumprir nossa missão revolucionária. Colocamos o medo de lado. Mas nós não somos super-heróis destemidos. Somos os médicos da Revolução”. Deixando claro, os princípios defendidos por Fidel Castro e Che Guevara, que além do grande revolucionário que foi para a humanidade, o argentino também era médico.

Não fosse a Revolução Cubana, os mais de 30 mil médicos cubanos que deram suas contribuições mundo afora não existiriam, basta lembrar que a grande maioria dos médicos cubanos são negros e mulatos e antes da revolução o povo negro e mulato vivia sob as piores condições humanas e sociais, sendo o povo negro cubano o mais explorado. A revolução os libertou do jugo capitalista e apesar das dificuldades impostas pelos capitalistas e seus governos internacionalmente, o povo cubano pôde aventar novas expectativas de vida, mais elevadas humanamente, perspectivando a possibilidade de homens e mulheres com enormes horizontes científicos, culturais, sociais, artísticos e socialistas.

A ação cubana é um tapa na cara de governos da direita e da extrema direita espalhados pelo mundo, numa clara demonstração de que o capitalismo jamais pode exportar solidariedade e ciência para o bem comum.

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