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Ameaça imperialista

“Pacifista” Joe Biden defende que Japão tenha armas nucleares

Imperialismo estadunidense e japonês se unem contra China e ameaçam com agressão nuclear

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Joe Biden e o premier Yoshihida Suga após encontro e formação de aliança contra China – Foto: Doug Mills-Pool/Getty Images

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Redação do DCO

Caio Túlio Santos

O presidente estadunidense, Joe Biden, desenvolveu uma estratégia agressiva contra o país asiático, buscando envolver também seus aliados na região, notadamente, o Japão. Na última sexta-feira (16) o premier japonês, Yoshihide Suga, visitou a Casa Branca, a primeira visita oficial que Biden recebeu. Do encontro resultou uma declaração comum sobre os “desafios da região” do Indo-Pacifico para os EUA e Japão com a afirmação que tais desafios seriam enfrentados por todos os meios, inclusive nuclear.

Entre os “desafios” apresentados pelos representantes do imperialismo estão as disputas comerciais em torno do Mar da China Meridional e questões de instabilidade política em Hong Kong, Xinjiang e Taiwan. Em comunicado conjunto os dois líderes dos principais países imperialistas do globo, afirmam uma aliança e ameaçam diretamente a China. Segundo o documento, as ações da China são inconsistentes com a ordem baseada em regras internacionais e impactam “a paz e a prosperidade ” na região.

O representante japonês chegou a falar que se oporão a qualquer tentativa chinesa de mudar o status quo pela força, ou pela intimidação, nos mares da China Meridional e Oriental. No comunicado, destaca-se que a posição do Japão que “resolveu reforçar suas próprias capacidades de defesa nacional… Os Estados Unidos reafirmaram seu apoio inabalável à defesa do Japão… usando toda a sua gama de capacidades, incluindo nuclear”.

Os líderes imperialistas ainda discutiram as questões de Taiwan e uma estratégia de confronto contra a Coreia do Norte, ainda a ser revelada nas próximas semanas. A política do Democrata Joe Biden eleva a tensão na região da Ásia, com a retirada das tropas dos EUA do Iraque, anunciada a alguns dias, esperasse que o ataque contra a China ganhe ainda mais força.

Pequim condenou veementemente o documento, uma vez que extrapolou a relação bilateral entre os dois países, EUA e Japão, passando a uma interferência direta nos assuntos internos da China, além de endossar atividades separatistas. Para a China a aliança entre EUA e Japão nesse moldes, como no comunicado, cria uma instabilidade política em toda a região.

A campanha dos EUA sob a direção do Democrata Joe Biden ultrapassa e muito a política de hostilidade feita pelo antecessor, Donald Trump, passam desenvolveram amplamente a campanha ideológica de que a Covid-19 seria um vírus chinês, ampliaram as sanções económicas e agora com agressão militar, incluindo ameaças nucleares, o que pode levar a um conflito inimagináveis proporções.

Biden, apoiado por muitos esquerdistas, é a face mais agressiva, do ponto de vista da política externa, do imperialismo estadunidense. O imperialismo necessita estrangular a atividade econômica da China e outros países, que embora atrasados, alcançaram um certo grau de dinamismo econômico que afeta os interesses do imperialismo no mercado mundial.

A política do imperialismo é a derrubada dos governos de tipo nacionalista e a abertura e submissão total das economias nacionais ao imperialismo, eliminando a concorrência, ainda que mínima, do mercado mundial, esse consórcio dos países imperialistas É uma necessidade do capital imperialista ante a profunda crise econômica internacional e a progressiva decadência do imperialismo, que teve em determinado momento de recuar e permitir que governos nacionalistas subissem ao poder, agora querem recuperar o espaço perdido, nem que seja necessário o uso da violência extrema, da guerra de grandes proporções. O imperialismo atua necessariamente como uma garra que estrangula as economias nacionais para manter seu controle sobre o mercado mundial.

O Japão, um país imperialista que desde a II guerra mundial vive sob forte controle dos Estados Unidos, e que fora um cruel inimigo do povo chinês, está sendo utilizado para conter o avanço chinês, ainda que pequeno, sobre o mercado na região.

Essa é a política do imperialismo que se agrupa em torno de Joe Biden e que arrasta setores do capital imperialista mundial para a política de rapina, de golpes, de guerras, de agressores.

Os “pacifistas” e “democratas”, os “antifascistas”, como o establishment estadunidense e a imprensa imperialista fez passar a candidatura Biden, contra o violento, antidemocrático e fascista Donald Trump, mostraram-se na verdade lobos em pele de cordeiro. Os qualificativos dados pelo grupo de Biden a Trump eram e são verdadeiros, os que atribuíram a para si próprios, e por meio dos quais enganaram muitos elementos ingênuos ou idiotas nos EUA, no Brasil e no Mundo, totalmente falsos.

A verdade é que constituem os piores inimigos das massas oprimidas e exploradas do mundo inteiro, seus mais terríveis carrascos, são os mais terríveis fascistas e autoritários, assim como podem se adequar a ordem pseudodemocrática do regime burguês, seu único interesses e sua ideologia é a acumulação de capital e a dominação do mercado mundial, e para isso utilizam qualquer ideologia, qualquer método, dos mais sinistros, como lançar bilhões de pessoas numa guerra sem precedentes.

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