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Os frigoríficos são os recordistas em acidentes e doenças ocupacionais, em pesquisas envolvendo a Organização Não Governamental (ONG) Repórter Brasil, constatou-se que o percentual é de mais de sete vezes os ocorridos em outro ramo de produção.

Esses dados têm a ver, principalmente com a ganancia dos patrões que, por obter cada vez mais lucros às custas de seus funcionários reduzem ao mínimo os equipamentos de proteção e segurança do trabalho, as manutenções dos equipamentos, etc..

No Frigorifico Seara Alimentos, empresa do grupo JBS/Friboi, localizado em Osasco, município da grande São Paulo, para economizar nos uniformes dos trabalhadores em câmaras frias impuseram, sem qualquer consulta aos seus funcionários, os trabalhadores estão ficando doentes por conta do frio intenso, 20, 30, 40 ou mais graus abaixo de 0 graus Celsius e o não cumprimento do intervalo térmico de vinte minutos, a cada 1h40 minutos trabalhados. Outra situação é o caso dos trabalhadores que fazem a higienização, onde são utilizados produtos químicos de alta corrosão e, com o contato na pele fazem ulcerações e nos olhos deixam sequelas irreparáveis, podendo cegar. Os trabalhadores teriam de utilizar roupas adequadas e óculos de proteção, por conta da falta dos óculos, um trabalhador foi atingido com os produtos e teve perda parcial da visão.

Junta-se a esses problemas o ritmo intenso do trabalho ocasionando dores por todo o corpo, bem como lesões pelo esforço no trabalho, inúmeros trabalhadores acabam tendo os nervos atrofiados devido à intensidade e a velocidade exigida.

A falta de luvas ou mesmo outros equipamentos para o trabalho com ferramentas de ferramentas cortantes como facas e serras, principalmente para os setores de abates dos frigoríficos, além dos distúrbios psicológicos devido à pressão pela exigência dos patrões cada vez maior da produção, e a carga horária acima do permitido.

Com a reforma trabalhista implementada pelo governo golpista do Michel Temer, as condições só irão piorar.

Portanto os trabalhadores devem se organizar em todas as regiões do país, nas fábricas, bairros, junto com os movimentos sociais para derrotar o golpe, e consequentemente os patrões, também apoiadores do golpe.

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