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Já se sabe que a população negra e a população mais pobre no geral é a mais atingida pela repressão aplicada pelo aparato repressor do Estado, e esse fato se comprova na prática quando vemos o que está acontecendo com a intervenção militar no estado do Rio de Janeiro. Sabendo que grande parte da população pobre vive nas comunidades do estado e são majoritariamente negras.

Um fato recorrente disto está em um vídeo que fora feito no último final de semana por três jovens negros onde denunciam e buscam dar “dicas” de como lidar com situações de abordagens abusivas de militares nesse momento. O vídeo foi pensado justamente depois que foi aprovado o decreto do golpista, Michel Temer, onde colocou o Rio de Janeiro sob estado de sítio com a intervenção militar. E é exatamente isso que ocorre, a repressão será diretamente contra a população negra e pobre.

Não é surpresa alguma que as ações fascistas dos militares primeiramente atingem a população negra. No vídeo os jovens explicam diversas situações que podem e já acontecem cotidianamente, mas que em um momento onde a população está sob o viés dos militares será ainda mais presente na vida dessas pessoas a repressão aplicadas por eles. Tendo muita repercussão o vídeo teve tanto apoio, assim como os discursos de direitistas que fazem coro com Fernando Holiday que diz que tudo isso é “vitimismo”.

Mas como a realidade é algo concreto ela se demonstra na prática os massacres sofridos pela população negra, as estatísticas de morte de negros são as maiores em todos os sentidos, e a mais alarmante de todas está nas mortes pelas mãos dos militares. Uma certeza monstruosa e perturbadora é que agora mais do que em qualquer outro momento o massacre da população negra nos morros será gigantesca. Por isso, é elementar a organização da população na luta contra golpe, e por abaixo a intervenção dos militares no Estado.

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