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O Poder Judiciário está prestes a prender o ex-presidente Lula. Não há mais margem para dúvida que o objetivo dos golpistas é prender Lula. A direita está decidida a colocar Lula na prisão, e é preciso dizer também que o objetivo não é simplesmente tirar Lula da disputa eleitoral à presidência, embora este possa ser um dos aspectos da perseguição. Mas a perseguição a Lula é muito mais do que um problema eleitoral.

Trata-se de abrir o caminho para um ataque generalizado a toda a esquerda, aos movimentos populares e aos trabalhadores em geral. Se o maior líder popular da história do País, uma expressão do movimento organizado da classe operária no País, que já foi duas vezes presidente da República, for preso, abre-se o caminho para uma perseguição generalizada.

A direita pró-imperialista não tem popularidade, não tem autoridade política e portanto precisa impor seus planos de ataques à força. É aí que entra a necessidade do regime de exceção, com um Judiciário especializado em rasgar a Constituição, passar por cima de direitos básicos da população, uma polícia que executa sumariamente os jovens nas ruas e os militares ocupando cada vez mais postos de comando dentro do governo.

Esse é o cenário montado pelo golpe de Estado para garantir os planos de ataques aos trabalhadores e à economia nacional, uma exigência do imperialismo, ou seja, dos capitalistas estrangeiros. Lula representa, para a esmagadora maioria de trabalhadores conscientes, um freio a esses planos de ataques.

A cada vez maior popularidade do ex-presidente, mesmo diante de ataques constantes na imprensa golpista, revela que o golpe, os golpistas e suas medidas são amplamente rejeitados pela população.

Portanto, lutar contra a prisão de Lula é se colocar do lado dos que estão lutando contra o golpe e contra suas medidas. Por isso é preciso sair às ruas para impedir sua prisão. É preciso colocar o povo nas ruas, passar com carro de som nas fábricas e bairros, fazer panfletagem, ou seja, é preciso esclarecer a todos o que está em jogo com a prisão de Lula, esclarecer e chamar todos para sairem às ruas.

É nesse momento que entram os militares. Os militares estão nas ruas do Rio de janeiro e como os próprios generais já deixaram claro, é um laboratório para o Brasil. Ou seja, um golpe militar está nos planos da direita apoiada pelo imperialismo.

Veremos muito claramente, com o desenvolvimento da situação, que a presença do Exército é meramente política, como qualquer pessoa já deveria saber. O Exército está nas ruas para sufocar qualquer reação popular. Os golpistas estão dispostos a impor uma ditadura no País para garantir seus planos. Por isso é preciso uma ampla reação popular. Não é hora de conter a mobilização mas chamar o povo amplamente para as ruas.

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