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Em mais uma demonstração de que o Exército é “o mesmo de 1964” (nas palavras do seu comandante máximo, o general Eduardo Villas Bôas), o ex-comandante das tropas brasileiras no Haiti, general Augusto Heleno, insinuou durante uma palestra na ESG (Escola Superior de Guerra), na Urca (Rio de Janeiro-RJ), na última quarta-feira (7), que o golpe militar de 1964 foi na verdade uma “revolução”.

Dentre outras declarações durante o debate “Segurança pública na cidade do Rio de Janeiro: intervenção Federal e as Forças Armadas”, o general disse que “há preconceito contra os militares” e que não é sempre que estão “de colete e armados, prontos para derrubar governos”. 

“O País combate todos os preconceitos menos esse. Somos mal aproveitados por causa dessa bobageira de achar que vai ter revolução, que vamos derrubar o governo”, disse.

Elaborando seu argumento, acrescentou ainda que “não passa na nossa cabeça esse negócio de intervenção militar. Isso é inapropriado, extemporâneo, uma coisa que só vai prejudicar o País, tem que tirar isso da cabeça da população brasileira”.

Apoiador dos anos de chumbo, Heleno parece ter perdido totalmente a vergonha de defender a ditadura que durou 21 anos no país.

Segundo ele, o que incomoda “tanta gente é que para onde mandar, a gente vai. A hora que aperta correm para as Forças Armadas”. Pobres generais… são apenas fieis cumpridores do seu dever.

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