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As “pós-verdades” ou “fake news” são notícias falaciosas, inverídicas e baseadas em boatos, compartilhadas em sítios da internet e propagada comumente pelos leigos em redes sociais como Facebook e Whatsapp.

Sendo assim a Associação de Especialistas em Políticas Públicas de São Paulo (AEPPSP) realizou uma pesquisa, cujos critérios advêm do “Monitor do Debate Político no Meio Digital”, que foi criado por um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), cujo objetivo é identificar os maiores produtores de notícias falsas na internet. Tal ferramenta é capaz de contabilizar a propagação, o alcance, que essas notícias têm na internet. O quanto, então, elas atingem a população.

O Movimento Brasil Livre (MBL), que é tradicionalmente marcado por uma atuação golpista, de apoio à direita, foi constatado como um dos maiores propagadores destas notícias falsas, através de sítios como “JornaLivre” e “Ceticismo Político”. O objetivo é claro: além da propagação de mentiras e opiniões que atacam diretamente à população e partidos de esquerda, instauram falácias nas redes sociais com o objetivo de confundir, através de fatos e informações inexistentes, aos leigos que, através do compartilhamento em seus perfis online, propagam esses boatos, atingindo, diariamente, diversos leitores.

Estas páginas na internet, utilizadas para propagação de informações mentirosas, ganham cada vez mais espaço nas redes sociais. É importante ressaltar que esses veículos se assemelham com sites conhecidos da imprensa burguesa. Uma análise interessante é: os grandes veículos de informação, através da televisão ou web, a exemplo da Rede Globo, também lançam notícias fortemente alteradas, cujo conteúdo sofre a manipulação direta dos golpistas e do imperialismo. Sendo assim, pode-se concluir que a direita e sua corja são líderes quando o assunto é a disseminação de uma ideologia burguesa, de manipulação e de propagação de falácias ao povo.

Algumas características são comuns entre os sítios que propagam as “fake news”, como, por exemplo, a não identificação dos administradores, responsáveis, das páginas; comumente propagam um discurso de ódio; As mais diversas notícias são propagadas com uma velocidade impressionante (por vezes em questão de minutos); Seus nomes se assemelham com o de veículos de comunicação já conhecidos, além dos layouts muito parecidos; São minadas por propagandas (o que deixa claro que existem pessoas interessadas nessa propagação de falácias);

É de suma importância compreender que, com o avanço do golpe, as notícias falaciosas que visam atacar a população e aos partidos de esquerda aumentaram consideravelmente. À direita, que concentra o monopólio da imprensa, faz um trabalho incansável na manipulação de informações, propagando notícias que são do seu interesse. Destorcem informações e confundem o povo. É importante a intensificação de páginas com conteúdo verídico, que não sofram a influência direta da manipulação imperialista. Lutar contra o golpe, assim, é lutar também contra a série de manipulações da burguesia, que, como é sabido, lideram o quesito “fake news”.

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