Privatização da Copel Telecom
A sanha das privatizações faz mais uma vítima no Paraná.
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O governo de Ratinho Jr. no Paraná colocou a empresa estatal Copel Telecom em processo de privatização com o argumento que os serviços da empresa melhorariam quando ela viesse a se submeter à lógica da economia de mercado.

Um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) demonstra, no entanto, que a empresa é lucrativa e transforma mais da metade dos seus dividendos em reinvestimentos, o que representa o dobro do percentual investido por outras empresas privadas do setor.

As privatizações vão no sentido contrário de uma política que poderia garantir desenvolvimento econômico para o país. Na verdade a política neoliberal de estado mínimo quando aplicada na periferia do capitalismo acaba por sacrificar o único ente que poderia fazer frente ao imperialismo e viabilizar o desenvolvimento econômico do Brasil, o Estado Nacional.

Sem a intervenção do Estado na economia como preconizam os neoliberais e fascistas estamos fadados à superexploração e ao empobrecimento geral da sociedade brasileira. Para garantirmos desenvolvimento seria necessário ir no sentido contrário com a estatização de serviços públicos como a saúde e educação e de setores estratégicos como o sistema financeiro, com a finalidade de quebrar a espinha dorsal do capital.

Afinal, o que está em jogo com a privatização de uma empresa estatal que dá lucros e que tem taxas de investimento acima das empresas privadas? Na verdade por trás desta aparente preocupação com a vitalidade de uma empresa estatal está a defesa intransigente dos interesses dos capitalistas que estão como urubus de olho nos dividendos gerados pela empresa.

Trata-se portanto de uma política de transferência de renda do Estado para os capitalistas, uma política econômica que coloca o setor público a serviço do setor privado e que provoca um imenso prejuízo para a classe que vive do trabalho.

A política de privatizações é um desastre, uma vez que o objetivo de uma empresa pública não é obter lucro, mas prestar serviços de qualidade à sociedade. Quando se privatiza uma empresa como a Copel Telecom está se cometendo um verdadeiro crime de lesa pátria.

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