Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

Os dias 23 e 24 de janeiro de 2018 já podem ser considerados na retrospectiva que será feita no final do ano como dias decisivos para a política nacional. Porto Alegre, no dia 23, e São Paulo, no dia 24, foram tomadas por manifestantes de todo o País em um ato contra a condenação de Lula e contra o golpe de Estado. Também aconteceram manifestações em outras cidades do País.

Como já era esperado, os três desembargadores do TRF4 votaram pela condenação do ex-presidente, em mais um espetáculo grotesco protagonizado pelos golpistas. O julgamento durou quase nove horas para que os desembargadores explicassem o inexplicável: por que condenar Lula sem nenhuma prova.

A demora do julgamento tinha o objetivo de evitar que o ato em Porto Alegre, que continuou no dia 24, pudesse se radicalizar com o resultado contra Lula. Os desembargadores não apresentaram provas, mas enrolaram o dia inteiro para manter a condenação e aumentar a pena de Lula: uma provocação contra todos os trabalhadores do país.

Apesar das manobras da direita, os atos em Porto Alegre e São Paulo marcaram uma expressiva oposição popular à condenação arbitrária do ex-presidente. Depois do resultado da votação no TRF4, por 3×0 contra Lula, a direita deixou claro o recado para os trabalhadores brasileiros: não será possível fugir ao confronto com a direita na luta contra o golpe de Estado.

Lula foi condenado sem provas, em um julgamento fraudulento e ilegal. Agora, para que os trabalhadores possam garantir que Lula seja candidato nas eleições de 2018, será preciso uma ampla mobilização. Por isso é fundamental a formação de comitês de luta para organizar a resistência popular à direita neoliberal.

A defesa de Lula hoje expressa a luta contra o golpe e a direita e contra seu programa político. Um programa neoliberal que ninguém escolheu nas eleições e que levará milhões de brasileiros à escravidão e à miséria, em um país sem direitos trabalhistas, com baixos salários e sem serviços públicos que beneficiem os mais pobres. Para evitar a miséria generalizada, é preciso enfrentar a direita, que já mostrou que não permitirá que a classe trabalhadora participe do poder político no regime inaugurado pelo golpe de nenhuma forma.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas