Organizar a rebelião popular: ocupar Brasília pela candidatura de Lula

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“É Lula ou nada!” assim encerrou um encontro de centenas de ativistas contra o golpe, na Quadra do Sindicato dos Bancários, em São Paulo, assim terminou a Conferência Nacional Aberta de Luta Contra o Golpe.

Naquele grito de guerra, ativistas de diversas categorias, de diversos partidos de esquerda movimentos de esquerda, forjaram um pacto em torno de uma clara política, libertar Lula, derrotar o golpe, revogar toda a sua funesta obra e ver o metalúrgico petista novamente presidente.

Essa militância fixou como passo essencial nesta luta dois importantes movimentos, em primeiro lugar apoiar com todas as suas forças o chamado da CUT ao “Dia do Basta” no dia 10 de agosto, que é uma paralisação geral.

Em segundo lugar, a militância presente decidiu se somar aos esforços de todos os movimentos populares conscientes e ocupar Brasília no dia 15 de agosto e exigir o registro da candidatura.

Os presentes não eram, em sua maioria, dirigentes de organizações, não têm a sua disposição recursos ou aparatos, eram ativistas de base, se comprometeram a ajudar da única maneira que podem, com a ação militante, nas ruas, fábricas, escolas e bairros. Se comprometeram a fazer mais da única coisa que tem dado certo, levar a luta contra o golpe para o povo.