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O golpe de Estado, sobretudo em sua face armada com a intervenção militar no Rio de Janeiro, além de destruir com o povo negro e pobre e as forças políticas nacionalistas, ataca também as finanças econômicas do Brasil. Estão investindo bilhões de reais para reprimir e matar a população brasileira e tomar conta das posições mais estratégicas da repressão no regime político.

Dyogo Oliveira, Ministro do Planejamento do governo golpista de Temer, afirmou na noite do último domingo (18) que repassará mais de R$ 1 bilhão para o recém criado Ministério da Segurança, que na realidade não passa de uma versão repaginada 2.0 do DOPS da ditadura militar. Só com esse demonstrativo, para alguém que ainda tivesse alguma dúvida, já dá para perceber que os militares não estão para brincadeira no quesito da repressão popular.

Esse orçamento é maior do que as maiores Forças Armadas da América Latina toda. E isso justamente no Rio de Janeiro, uma capital brasileira que vive penando no abandono que os hospitais federais. Cai por terra todo o discurso de necessidade de saneamento das contas públicos, o que sempre foi denunciado como falso, pois dinheiro querem destinar apenas aos golpistas

Assim, quando é para defender os interesses da burguesia o poder público golpista não mede esforços e nem recursos financeiros. Isso por si já esclarece um aspecto importante do golpe contra Dilma Rousseff, que foi aparelhar os estado para ser truculento contra a população, destruidor dos bens públicos da economia nacional para o favorecimento do imperialismo.

Não há mais tempo para vacilações e dúvidas, o estado está sob um golpe da burguesia imperialista e usa seu braço armado, os militares, para controlarem o poder político. Aprovam assim toda a destruição da CLT e da Previdência Social e destinam esses recursos para reprimir a população e para o capital financeiro dos bancos, que sugam mais de 40% da dívida pública nacional.

Dessa forma, lutar contra o impeachment, contra a prisão de Lula e a intervenção militar no Rio de Janeiro, configura como o ponto de chave para os trabalhadores no enfrentamento classista com a burguesia. Derrotar todos os golpistas é a luta a ser conduzida pelos trabalhadores no atual momento político.

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