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América Latina
Oposição em Honduras exige renúncia do presidente Hernández
Milhares de manifestantes foram às ruas exigir “fuera JOH (Juan Orlando Hernández)” expressando a crise política do golpe de Estado.
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América Latina
Oposição em Honduras exige renúncia do presidente Hernández
Milhares de manifestantes foram às ruas exigir “fuera JOH (Juan Orlando Hernández)” expressando a crise política do golpe de Estado.
Honduras Solidarity Network realizam protesto em São Francisco.
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Honduras Solidarity Network realizam protesto em São Francisco.
Tegucigalpa, 3 Out (Prensa Latina) – A oposição de Honduras exigiu novamente hoje a saída imediata da presidência de Juan Orlando Hernández, depois das acusações expostas durante o julgamento contra seu irmão na Corte de Nova York, Estados Unidos.
O ex presidente Manuel Zelaya (2006-2009), coordenador do Partido Libertem e Refundação (Livre) em sua conta no Twitter declarou não se surpreender pelo resultado das investigações que ratificam que lhe deram o golpe de Estado em 2009, converteram Honduras no paraíso do tráfico de drogas.
Por sua vez, o dirigente do Partido Liberal e ex magistrado do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), Enrique Ortez Sequeira, reclamou do Congresso Nacional aplicar um julgamento político ao mandatário.
Também, através desta rede social, Ortez solicitou ao titular da Promotoria do país, Oscar Chinchilla, iniciar de imediato uma investigação contra o governante.
Igualmente, a dirigente do Conselho Central Executivo do Partido Liberal, Maribel Espinoza, manifestou sua rejeição e exigiu ‘às forças Armadas que decidam se seguirão em silêncio cúmplice ou atuará conforme manda Constituição. ÂíBasta!’.
Segundo meios locais e internacionais, nesta quarta-feira, durante o processo judicial contra o ex deputado e irmão do presidente hondurenho Juan Antonio Hernández, a Promotoria de Nova York assegurou ter evidências de que ambos receberam dinheiro do narcotraficante Joaquín o ‘Chapo’ Guzmán.
Juan Antonio recebeu de Chapo, então líder do Cartel de Sinaloa, um milhão 500 mil dólares para ser entregues a Orlando Hernández, em troca de proteção e para fins de campanha política.