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A reação explosiva da população contra os abusos e as arbitrariedades do Estado policial contra os direitos mais elementares da população, parece estar assumindo contornos de uma violenta revolta social dos explorados contra o sistema de opressão e miséria a que estão submetidos.

Diante da escalada sem precedentes da violência policial contra a população pobre que habita a periferia das grandes cidades, os explorados estão sendo levados a reagir em revoltas que se materializam em verdadeiros motins e atos de violência generalizada em todo o país.

Em mais uma ação violenta e agindo da forma como lhe é habitual, a PM assassina de São Paulo executou mais um trabalhador na periferia da grande São Paulo, na Zona Sul, em Americanópolis.

É sempre assim. A PM suspeita de algum cidadão ou grupo de cidadãos e aí começa uma perseguição. Daí, em algum momento, os assassinos oficiais do Estado, ao se aproximarem, atiram para matar, sem que haja qualquer comprovação de que algum delito estava sendo cometido. Trata-se do método habitual e rotineiro dessa infernal máquina de guerra chamada Polícia Militar.

Reagindo a mais essa espantosa e inominável brutalidade, a população, indignada, ateou fogo em um ônibus que faz linha na região de Santo Amaro/Jardim Luso. O ato de justificável revolta aconteceu na noite do dia 08 e foi praticado por cerca de 10 moradores em resposta à barbárie promovida cotidianamente pela PM em toda a periferia da capital paulista.

A verdade é que os golpistas que perpetraram o assalto ao poder contra o governo eleito pelo voto popular estão conduzindo o país – em particular a população pobre e explorada – a condições de miséria nunca  antes vistas na história recente do Brasil. As massas estão sendo levadas ao desespero pela política de ataques às suas condições de vida, não lhes restando outra alternativa senão confrontar-se diretamente com o Estado e suas instituições opressoras (justiça, PM, etc.).

Toda esta revolta, no entanto, somente será consequente e produzirá resultados se estiver orientada por uma verdadeira política classista, revolucionária, dirigida por um partido de massas, revolucionário, que oriente as massas a direcionar sua luta contra o inimigo de classe, organizando de forma consciente o enfrentamento dos explorados contra os opressores, centralizados no estado burguês.

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