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Da redação – A polícia argentina, do presidente neoliberal Mauricio Macri, reprimiu ontem (05) manifestação organizada pelos movimentos populares argentinos contra o golpe imperialista na Venezuela.

Uma marcha convocada pela Frente Pátria Grande se iniciou na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires, em direção à embaixada dos Estados Unidos.

Desde o início do protesto, a polícia fascista de Macri buscou intimidar os manifestantes, com uma presença ostensiva.

Logo no início do ato já houve a repressão, quando policiais armados para uma verdadeira guerra contra o povo atacaram os manifestantes pacíficos.

Em todos os atos populares na Argentina (como no Brasil), a polícia reprime os manifestantes, e, a mando do imperialismo norte-americano, isso não poderia deixar de acontecer em um protesto contra a intervenção criminosa dos EUA na Venezuela.

Demonstra-se assim, mais uma vez, que o regime macrista é um dos maiores capachos do imperialismo na América Latina. Utiliza sua polícia para massacrar seu próprio povo em defesa de seus patrões norte-americanos. Além disso, Macri está entregando a Argentina para o imperialismo, permitindo a invasão de agentes do Departamento “Antidrogas” dos EUA (DEA) no norte do país, na Tríplice Fronteira com o Brasil e o Paraguai, para agirem livremente como espiões e ladrões dos recursos estratégicos da região.

Como reflexo dessa política de submissão, ao entregar o controle da economia da Argentina ao FMI, Macri levou a uma crise gigantesca em seu país, sob a qual a carestia de vida aumenta a cada dia, com uma inflação galopante, a elevação dos preços dos produtos básicos e dos serviços cotidianos para o povo, a fome e a pobreza crescentes e uma insatisfação popular enorme.

Entretanto, como o governo argentino é um capacho do imperialismo, a imprensa burguesa (igualmente capacho) esconde a crise nesse país, enquanto manipula a situação na Venezuela para derrubar o governo legítimo de Nicolás Maduro.

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