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Autoproclamado presidente
OEA prova que é um circo ao reconhecer Guaidó, o “Zé Ninguém”
O impostor Juan Guaidó tenta mais uma vez se colocar como político popular, sob as bençãos da OEA, organismo que nada mais é do que um “puxadinho da Casa Branca
Presidência do Senado
Autoproclamado presidente
OEA prova que é um circo ao reconhecer Guaidó, o “Zé Ninguém”
O impostor Juan Guaidó tenta mais uma vez se colocar como político popular, sob as bençãos da OEA, organismo que nada mais é do que um “puxadinho da Casa Branca
Guaidó, golpista fantoche do imperialismo ianque. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
Presidência do Senado
Guaidó, golpista fantoche do imperialismo ianque. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Mais uma vez o golpismo e as forças reacionárias pró-ianques entram em ação no continente sul-americano para tentar impor, pela fraude e pela força, o reconhecimento de quem não tem nenhum reconhecimento popular, nenhuma legitimidade, nenhum respaldo constitucional  e legal. E mais um vez este cenário de golpes, fraudes e ilegalidades a serviço do imperialismo norte-americano acontece em um país marcado por um histórico de violações da legalidade perpetrado pelos inimigos não só do povo sul-americano, como de todos os demais povos e nações das Américas, a região explorada e oprimida pela política dos imperialistas.

O ator desta nova comédia já é um velho conhecido nas hostes golpistas da Venezuela, o fraudador e impostor Juan Guaidó, serviçal do imperialismo, do Pentágono e da Casa Branca, protagonista de outras aventuras golpistas com o propósito de se legitimar como político popular no país bolivariano, que, é bom que se diga, tem um governo eleito, constitucional, legítimo, empossado e reconhecido pela comunidade internacional, o presidente Nicolás Maduro.

Rechaçado mais uma vez pela soberana vontade popular, o emissário norte-americano vem tentando mostrar ao mundo sua performance golpista, se autoproclamando presidente da Assembléia Nacional Venezuelana, o parlamento nacional bolivariano. Guaidó tentou, à força, invadir a sede da Assembléia Nacional para tomar posse, sendo impedido pela guarda leal aos poderes legal e legitimamente constituído.

O espetáculo da mais pura e risível “Ópera Bufa” protagonizado pelo bufão Guaidó foi respaldado por uma velha e também conhecida instituição que já ostenta em seu currículo diversas operações de apoio aos intentos golpistas na América Latina. Fazemos referência à Organização dos Estados Americanos (OEA), organismo que se converteu, já há algum tempo, em um apêndice da política de Washington para o continente latino.

Na sessão da OEA que se posicionou pelo reconhecimento de Guaidó como “líder da oposição venezuelana e presidente legítimo da Assembléia Nacional”, votaram a favor do documento de condenação do governo Maduro os representantes dos países que hoje se colocam como “cães de guarda” do imperialismo no continente. “A resolução condenatória adotada nesta sexta-feira foi apresentada inicialmente pelo Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala, Paraguai, Peru e Venezuela, este último representado por um enviado de Guaidó reconhecido pela OEA em abril, pouco antes do governo Maduro ser desconectado do organismo” (sítio RFI, 10/01).

A OEA está exigindo também que além do reconhecimento da legitimidade do ilegítimo Guaidó como chefe do parlamento bolivariano, a realização de novas eleições na Venezuela, pois não considera como legítimo o mandato do presidente constitucional Nicolás Maduro, eleito para um segundo mandato em 2018.

Não pode deixar de ser registrado que a OEA vem operando no continente latino em defesa dos interesses do imperialismo, apoiando todas as iniciativas golpistas da direita e da extrema direita contra os governos populares de esquerda e centro-esquerda em diversos países do continente (Brasil, Paraguai, Honduras, Bolívia, Equador, Nicarágua).

A luta em defesa dos direitos e das conquistas sociais das massas no continente latino passa não só pela expulsão do imperialismo, como também pela denúncia vigorosa do caráter reacionária e golpista que cumpre a OEA, um puxadinho dos Estados Unidos que atua contra os interesses dos povos oprimidos do continente.