OEA, formada por governos ilegítimos e capachos dos EUA, não reconhece Maduro eleito pelo povo

maduro
Da redação – Seguindo o tradicional rito das organizações imperialistas, a OEA (Organização dos Estados Americanos, ou, no caso, dos Estados Unidos da América), saiu em ataque ao presidente legitimamente eleito pelo povo venezuelano, Nicolás Maduro.
“Celebramos o compromisso dos países das Américas, ignorando o regime ilegítimo de Nicolás Maduro. As pessoas da Venezuela não estão sozinhas, ainda estamos trabalhando para recuperar a democracia, os direitos e liberdades de todos”, disse o maior agente golpista nas Américas, Luis Almagro, secretário-geral da OEA.
A sessão extraordinária do Conselho Permanente da OEA foi solicitada pelas missões da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala, Paraguai e Peru. Entre os países que votaram a favor estão Argentina, Estados Unidos, Colômbia, Chile, Equador, Canadá e Brasil, todos países onde os EUA organizou golpes de Estado – mais de uma vez na maioria deles – mantendo assim o seu título de capachos do imperialismo genocida. A Venezuela, Nicarágua, Bolívia e alguns países caribenhos votaram contra, e entre os países que se abstiveram, estão o México e o Uruguai.
É preciso denunciar amplamente os ataques contra a Venezuela e o povo pelo imperialismo. O país já sofreu com golpes de Estado organizados pelos EUA, como em 2002 contra Hugo Chaves, ou no processo eleitoral que elegeu Maduro, onde a direita financiada externamente chegou a atear fogo em trabalhadores vivos e explodir locais de votação com bazucas.
Diferente da esquerda pequeno-burguesa, que ataca Maduro, como fez Luciana Genro, os partidos operários tem o dever de defender o povo contra o imperialismo, a classe trabalhadora venezuelana sofre com sabotagem econômica de uma burguesia que quer matar todos de fome se possível.