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A mobilização para o dia 24 é muito grande, mesmo com a confusão política de setores da esquerda, inclusive do PT. Há notícias de muitas caravanas sendo organizadas e muitos ativistas organizando a participação no ato de maneira espontânea. Essa mobilização tem tudo para ser enorme e dependendo do desenvolvimento político tende a ser um grande problema para a direita.

Sabendo disso, os golpistas colocaram em marcha um sistema de intimidação. Nos jornais burgueses, os editoriais tentam convencer o PT de que é necessário “respeitar a decisão da Justiça” ou seja, de que é preciso apanhar calado diante das arbitrariedades contra Lula.

O prefeito de Porto Alegre, o tucano Nelson Marchesan Jr, ligado aos fascistas do MBL, pediu ajuda das Forças Armadas para reprimir a manifestação do dia 24. Embora o governo federal, numa atitude cautelosa, tenha negado o pedido, é claro o objetivo de intimidação.

Mais séria ainda foi a declaração das forças armadas de que estão “monitorando” os movimentos que estão organizando a manifestação. Por monitorar, entenda-se espionar. Organizações populares como sindicatos e centrais sindicais, movimentos sociais, como o MST, e partidos de esquerda estão sendo espionados pelo aparato repressivo do Estado, uma ilegalidade que remete aos tempos da ditadura militar.

Essas movimentações tanto da esquerda e dos movimentos sociais, que devem realizar um enorme ato, quanto por parte da reação da direita golpista mostram que o ano já começa com uma tarefa que pode inclusive ser a mais importante de 2018. A condenação ou não de Lula pode definir os rumos da situação política pelo resto do ano.

Inclusive para os setores da esquerda pequeno-burguesa que não perdem as ilusões eleitorais, a vitória no dia 24 é decisiva inclusiva para as eleições. Não só a garantia de que Lula seja candidato, algo cada vez mais difícil se depender apenas dos golpistas, mas inclusive da própria existência das eleições. Se Lula for condenado, se o movimento contra sua condenação e contra o golpe forem derrotados, o risco de que não se tenha sequer eleições é muito grande. É possível dizer até mesmo que nesse momento essa possibilidade é uma das cartadas principais planejadas pela direita.

Estamos diante de um golpe que se aprofunda a cada movimentação dos militares no sentido de uma intervenção. A sobrevivência das organizações populares e dos partidos de esquerda está cada vez mais em risco.

A única solução é enfrentar da maneira mais enérgica possível os golpistas e para isso é preciso a mobilização de amplos setores das massas. Dia 24 tem tudo para ser essa ou pelo menos um estopim para grandes mobilizações. É com esse espírito que o PCO convoca todos os trabalhadores e ativistas e realizar um ato mostro na capital gaúcha saindo às ruas com a palavra de ordem: Não deixar condenar, não deixar prender!

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