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Da redação – Beto Richa é um caso raro na história do Brasil: é tucano e já foi preso. O ex-governador do Paraná passou uma improvável temporada atrás das grades. A última vez em que foi detido, sua terceira prisão, foi no dia 19 de março. Mas hoje mesmo o conterrâneo de Sérgio Moro será solto. Richa conseguiu a concessão de um habeas corpus, pedido por sua defesa e concedido pela 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

A primeira vez em que Beto Richa foi preso foi em setembro de 2018. No entanto, o tucano não conseguiu ficar preso mais do que quatro dias. Para os tucanos o chamado da liberdade é irresistível, Richa foi logo solto por uma decisão de Gilmar Mendes, ministro do STF. O MP do Paraná acusa Beto Richa de lavagem de dinheiro, de fraudar licitações e de cobrar propinas, além de ser, supostamente, “chefe de organização criminosa”.

É um direito democrático de Beto Richa se defender no Judiciário e fazer pedidos como esse último habeas corpus. O que chama atenção no caso são duas coisas: primeiro, o caráter insólito dos acontecimentos, com um tucano indo parar atrás das grades; segundo, o contraste com o tratamento encontrado por Lula nesse mesmo Judiciário. Aos amigos, tudo, aos inimigos, sequer a lei e o direito de defesa.

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