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A cada dia que passa fica mais difícil para a imprensa golpista esconder o verdadeiro objetivo da intervenção militar no  Rio de Janeiro. A comunidade da Vila Kennedy, na zona oeste da cidade do Rio, por exemplo, tem sido a cobaia para os experimentos das operações militares. Depois de revistar mochilas de crianças, fichar moradores tirando fotos dos mesmos na entrada da comunidade e de se estabelecer colocando barracas nos campos de futebol da comunidade, a repressão na Vila Kennedy sofre mais um aprofundamento.

Nova operação militar realizada neste fim de semana naquela comunidade, contou com um efetivo de 1.400 homens e teve como “resultado” o cumprimento de um único mandato de prisão. Isso mesmo centenas de soldados, dezenas de carros, tanques, metralhadoras, milhões em gastos para deter uma única pessoa. Para “aproveitar a viagem”, os militares prenderam mais quatro pessoas, revistaram mais de 700 e apreenderam 10 carros e 6 motos. Isso segundo os dados oficiais, divulgados pelo Exército.

Operações como essa mostram que o verdadeiro objetivo da intervenção militar não tem nada a ver com a segurança pública, como o “combate ao crime”. Pelo contrário, trata-se de uma política de terror e repressão do povo pobre que mora nas favelas e bairros operários. De um treinamento das forças de repressão ou como disse o general-intgerventor, de um “laboratório” para o golpe militar que comandantes militares desejam impor a todo o País, na defesa dos interesses dos grandes capitalistas “nacionais” e estrangeiros.

Não podemos aceitar a intervenção militar no Rio de Janeiro nem em nenhum outro lugar do Brasil. Fora militares do Rio de Janeiro! Abaixo o golpe! Lugar de militar é no quartel!

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