O método revolucionário
O PCO realizará sua 31° Conferencia Nacional para se posicionar politicamente na conjuntura atual; a conferencia mostra que o partido é coerente com o centralismo democrático
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
30a Conferência Nacional do PCO
Um partido democrático | Foto: Arquivo/DCO

O Partido da Causa Operária realizará sua 31° Conferência Nacional em São Paulo, durante os dias 21 e 22 de novembro, no período de um fim de semana. Será discutido um balanço político das eleições municipais, a questão do segundo turno e o pós-eleição A conferencia é um demonstrativo claro do método que um partido revolucionário deve ter para tomar todas as suas decisões políticas. 

O PCO é um partido que adota o centralismo democrático como método partidário, ou seja, realizam-se discussões frequentes e permanentes em todas as instâncias do Partido a fim de que os seus membros possam construir o Partido, e não uma casta burocrática como ocorre em todos os outros partidos, mesmos os que se dizem socialistas. Algo frequente e comum é uma cúpula de um partido se reunir para decidir qual será o posicionamento do partido, ou até mesmo cada membro da cúpula decidir, por escolha individual, qual será seu posicionamento oportuno em detrimento da organização 

 A 31ª Conferência Nacional é um exemplo claro do método do partido que adota para si o centralismo democrático. Chegarão a São Paulo dezenas de companheiros, militantes de todo o País para realizar dois dias de intensas discussões sobre a política interna do Partido, sua campanha no primeiro turno das eleições e seu posicionamento no segundo turno. Os companheiros presentes na conferencia serão observadores e delegados eleitos pelos próprios militantes do partido em todo País.   

Enquanto os outros partidos, como o próprio PSTU, que é um partido autodeclarado “centralista democrático”, declararam apoio a uma candidatura como Boulos sem nem mesmo consultar sua militância, nenhuma conferencia e reunião entre os quadros do partido para saber a concordância dessa política. Tudo foi decidido entre a cúpula, que é uma casta burocrática nesse caso. 

O PCO não passa por cima de sua democracia interna: quem manda no partido é o conjunto dos seus membros, que decidem democraticamente a sua política e, uma vez decidida, essa política é aplicada por todos, respeitando a vontade da maioria. É a prática que torna o PCO um verdadeiro partido, que age de acordo com a decisão coletivo e é avesso a decisões individuais que visam a conveniência e a oportunidade de indivíduos isolados com interesses exclusos. Isso torna o Partido vivo, um partido de militantes, e não de carreiristas, aventureiros e burocratas.  

Um partido completamente diferente de tudo o que existe no Brasil, passando longe de decisões individuais e apressadas no que se refere a política nacional; a vida coletiva, aquilo que concerne a todos os brasileiros, que é a política, é devidamente levada a sério. Esse método acertado que faz do PCO o partido revolucionário e democrático. 

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas