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O método revolucionário

O único partido que decide sua política democraticamente

O PCO realizará sua 31° Conferencia Nacional para se posicionar politicamente na conjuntura atual; a conferencia mostra que o partido é coerente com o centralismo democrático

Tempo de Leitura: 2 Minutos

Um partido democrático – Foto: Arquivo/DCO

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O Partido da Causa Operária realizará sua 31° Conferência Nacional em São Paulo, durante os dias 21 e 22 de novembro, no período de um fim de semana. Será discutido um balanço político das eleições municipais, a questão do segundo turno e o pós-eleição A conferencia é um demonstrativo claro do método que um partido revolucionário deve ter para tomar todas as suas decisões políticas. 

O PCO é um partido que adota o centralismo democrático como método partidário, ou seja, realizam-se discussões frequentes e permanentes em todas as instâncias do Partido a fim de que os seus membros possam construir o Partido, e não uma casta burocrática como ocorre em todos os outros partidos, mesmos os que se dizem socialistas. Algo frequente e comum é uma cúpula de um partido se reunir para decidir qual será o posicionamento do partido, ou até mesmo cada membro da cúpula decidir, por escolha individual, qual será seu posicionamento oportuno em detrimento da organização 

 A 31ª Conferência Nacional é um exemplo claro do método do partido que adota para si o centralismo democrático. Chegarão a São Paulo dezenas de companheiros, militantes de todo o País para realizar dois dias de intensas discussões sobre a política interna do Partido, sua campanha no primeiro turno das eleições e seu posicionamento no segundo turno. Os companheiros presentes na conferencia serão observadores e delegados eleitos pelos próprios militantes do partido em todo País.   

Enquanto os outros partidos, como o próprio PSTU, que é um partido autodeclarado “centralista democrático”, declararam apoio a uma candidatura como Boulos sem nem mesmo consultar sua militância, nenhuma conferencia e reunião entre os quadros do partido para saber a concordância dessa política. Tudo foi decidido entre a cúpula, que é uma casta burocrática nesse caso. 

O PCO não passa por cima de sua democracia interna: quem manda no partido é o conjunto dos seus membros, que decidem democraticamente a sua política e, uma vez decidida, essa política é aplicada por todos, respeitando a vontade da maioria. É a prática que torna o PCO um verdadeiro partido, que age de acordo com a decisão coletivo e é avesso a decisões individuais que visam a conveniência e a oportunidade de indivíduos isolados com interesses exclusos. Isso torna o Partido vivo, um partido de militantes, e não de carreiristas, aventureiros e burocratas.  

Um partido completamente diferente de tudo o que existe no Brasil, passando longe de decisões individuais e apressadas no que se refere a política nacional; a vida coletiva, aquilo que concerne a todos os brasileiros, que é a política, é devidamente levada a sério. Esse método acertado que faz do PCO o partido revolucionário e democrático. 

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