Merenda Escolar
STF suspende decisão que ampliava distribuição de merenda escolar durante pandemia
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Prato oferecido como parte da merenda escolar | Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a decisão que obrigava o governo estadual a oferecer merenda escolar aos alunos mesmo durante a pandemia. A decisão havia sido tomada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

A suspensão ocorreu no dia 01/09 e foi feita pelo presidente do STF, o ministro Dias Toffoli. A alegação seria a de que a merenda escolar seria um peso muito grande no orçamento público.

Em meio a crise econômica que se aprofunda sem perspectivas de melhora e também a crise sanitária que no momento em que essa matéria é escrita atinge (em dados oficiais) cerca de 120.000 mortos pelo covid-19, o governo da direitas segue cortando até as migalhas dadas ao povo. O STF costumeiramente rotulado de democrático pela pequena burguesia atende de uma forma ou de outra aos interesses do governo fascista que aparelha o estado.

Neste momento inclusive, Bolsonaro está reduzindo o auxílio emergencial pela metade. O auxílio que era desde o início uma miséria na qual muitos sequer conseguiram por as mãos, agora será progressivamente cortado justo no momento em que a crise se agrava.    O auxílio dado aos bancos já no início da pandemia, na casa do trilhão, poderia muito bem ter sido destinado ao povo, garantindo um valor realista para que sobrevivesse. 

Muitos dos alunos dependem da merenda para se alimentar, sem ela centenas de milhares passarão fome. Segundo dados oficiais, cerca de 200 a 700 mil alunos da rede estadual recebiam a merenda pois se encontravam na linha da extrema pobreza.  Os dados, provindos da imprensa burguesa, no entanto, tendem sempre a minimizar a situação. O impacto da suspensão afetará a condição básica de vida de muitos mais. O governo move todos os esforços para fazer os estudantes voltarem às aulas de forma a reforçar a campanha de “normalização”, expondo milhões ao covid-19. De forma a procurar salvar algumas empresas de transporte, alimentação e outras que os alunos e professores venham a consumir eventualmente na circulação. Uma medida grotesca que revela o desespero para salvar a burguesia e a total falta de importância dada à vida da população.   

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