Universidade Marxista
Do Sul ao exterior, veja o que companheiros espalhados por todo o mundo estão achando até aqui do maior curso de formação marxista do planeta
2021.01.12 O que foi o stalinismo - Aula 3
Rui durante aula da 46ª Universidade de Férias | Arquivo DCO
2021.01.12 O que foi o stalinismo - Aula 3
Rui durante aula da 46ª Universidade de Férias | Arquivo DCO

Nesta sexta (22), a redação do Diário Causa Operária buscou saber o que alguns participantes da 46ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operária (PCO) e da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR) estão achando do curso “O que foi o stalinismo”.

Em conversa com vários companheiros de regiões do Brasil e do exterior, a redação perguntou quais as impressões e avaliações do curso, que completou sua 6ª aula nesta quinta (21).

À este Diário, o companheiro Daoud Zaparolli, de São Paulo capital, que é militante da AJR e do PCO, disse que assistiu todas as aulas até agora:

“O curso está sendo muito bom para esclarecer as questões de como era a atuação política do Stalin, que até o momento só se mostrou como um verme que agia contra a revolução.”

Ele também conta que:

“Acho muito legal de ver as formas de como o Trótski agia e militava, como ele criou o Exercício Vermelho e a popularidade que ele tinha entre as massas…”

Perguntado se alguma vez viu ou ouviu falar, em alguma aula na escola, sobre revolução russa ou stalinismo, Daoud, que é estudante do ensino médio, disse que apenas uma vez, durante o nono ano, ouviu algo bem raso sobre a revolução russa.

Já para a companheira Mônica Silva, de Cuiabá (MT), que é militante do PCO e trabalhadora da educação, filiada ao SINTEP, o curso é:

“…bastante esclarecedor e detalhado sobre a história de ascensão e o declínio da União soviética. Principalmente para pessoas como eu que sou das linguagens e não tive a chance de estudar a temática em profundidade na educação formal.”

Ela também destacou que o companheiro Rui Costa Pimenta, ao aprofundar a análise e explicar aspectos políticos relevantes, permite traçar um paralelo das “falhas estratégicas da União Soviética”, com a política que “alguns representantes de esquerda ainda reproduzem”.

“Por isso penso que estudar, fatos históricos como estes, é de grande valia para, como militante, não cair nos mesmos erros do passado… Tem muita coisa no curso que nem sabia. Não fazia ideia.”

Ela também citou a plataforma da Universidade Marxista, que considera interessante por “embasar o que é discutido nas aulas”, bem como os conteúdos servirem para estudos prévios e consultas posteriores.

Outro professor que está acompanhando o curso é o companheiro Gilson Mezarobba, de Pitanga (PR). Ele leciona filosofia na Escola Pública do Paraná e é integrante da corrente sindical Educadores em Luta, do PCO. Segundo ele, todas as aulas foram ótimas:

“Gostei muito da terceira aula, pois encontrei muitas respostas para dúvidas teóricas que tinha.”

A companheira Inise, de Paranaguá (PR), está acompanhando o curso junto com sua irmã, Irma. Ela descobriu o PCO através da Análise Política, programa semanal do companheiro Rui Costa Pimenta na TV 247, no Youtube, em meados de 2018. Desde então, tem acompanhado o Partido assiduamente junto com a irmã.

“Estamos adorando as aulas, muito esclarecedoras.” (Inise)

Para outro paranaense, o companheiro Marcelo Marcelino, que é de Curitiba, professor, integrante da corrente Educadores em Luta e militante do PCO, o curso tem sido:

“Um debate atual, que o companheiro Rui traz e que coloca toda uma dificuldade da esquerda de conjunto em travar uma luta contra a burguesia e o próprio imperialismo ainda no século XXI.”

Ele afirma que o companheiro Rui trata o problema do stalinismo sobre vários aspectos que envolvem os processos sociais e históricos, como a abordagem marxista e a construção da revolução russa desde os primórdios. Também, quem foram os principais interlocutores do período histórico e seus papeis [ele se refere a aula 6, em que os 7 personagens principais do poder soviético foram apresentados, incluindo Lênin, Trótski e o próprio Stálin].

Indo além dos limites territoriais do Brasil, a Redação conversou com uma companheira militante do PCO na Europa.

Angela (pseudônimo) conta que antes de conhecer o PCO era “uma biruta politica” (risos):

“Sabe aquele instrumento que vira pra tudo que é lado ao sabor do vento mais forte? Pois é, sem uma referência marxista, sem chance de entender o mundo.”

Ela diz que sem referência política, como ela encontrou no marxismo, através do PCO, “a gente pode até estar na luta, mas marca gol contra e comemora”, crente que estava “arrasando”.

De forma bastante autêntica, Angela incentiva que os leitores que ainda não se escreveram, participem do que ela considera um “curso extraordinário”!

“Um dos momentos que mais me emocionou foi quando o companheiro Rui explicou o movimento dialético e a Comuna de Paris.”

Para ela, o curso “O que foi o stalinismo” tem sido “sobre a contrarrevolução stalinista”, no entanto, “onde o destaque é uma revolução depois da outra!” Por isso, ela considera que:

“A Historia como ninguém mais vai te explicar. Graças ao PCO podemos entender e organizar agora a luta do povo. Vem com a gente!”

A 6ª e última aula tratou dos primeiros anos do poder bolchevique, apresentando seus 7 principais personagens (Lênin, Trótski, Sverdlov, Zinoviev, Khamenev, Bukharin e Stálin), bem como a introdução sobre a Guerra Civil.

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