Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
ALDO-1
|

Durante toda sua história após a ditadura militar, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que ressurgiu do partido tradicional do regime militar, MDB (atual PMDB), sempre agiu como um parasita oportunista do PT. Porém, ao contrário do que acreditam, a aliança do PCdoB com o PT nunca foi um fator que pressionou este último à esquerda. Muito pelo contrário, o PCdoB era o delegado da burguesia para conter a política de esquerda do partido que surgiu das lutas operárias nos 70 e 80.

Aldo Rebelo, tradicional membro do PCdoB e agora no partido de direita golpista Solidariedade, que foi ministro tanto do governo Dilma quanto o de Lula, se pronunciou dizendo que “o governo Lula [do qual ele fez parte] nunca foi de esquerda”, claramente procurando apresentar ele mesmo como o principal representante da esquerda. A colocação de Aldo é absolutamente explicável diante de seu posicionamento de candidato abutre. Aldo é tão oportunista que se aliou com os golpistas para atacar Lula e o PT, e ainda assim se apresenta como um indivíduo de esquerda.

O caráter direitista de Rebelo fica explícito quando, em seu discurso na Frente Nacional de Prefeitos (FNP), onde participaram todos os presidenciáveis (menos, o principal candidato do povo, Lula, que está encarcerado em solitária pelos golpistas), imitou Ciro Gomes e falou contra a polarização causada pelo golpe de estado. O ex-ministro disse que a divisão entre esquerda e direita “É artificial e não consegue nem explicar e nem propor uma saída para o Brasil. Há uma agenda que é capaz de unir forças amplas que estão naturalmente acima deste espectro ideológico que muitas vezes tem dividido uma parte da sociedade. A saída para o país pode e deve reunir amplas forças políticas, sociais, econômicas.”

Ou seja, para ele, o problema no atual momento não é o golpe, mas sim um projeto político que – que diga-se de passagem, ele está articulando com os setores golpistas da sociedade.

Sobre Lula, Aldo disse que iria deixar o assunto para os advogados, e que se Lula “não for candidato, a eleição vai acontecer do mesmo jeito. Então vão ter outras que devem debater os rumos do Brasil.” Para deixar explícito seu caráter oportunista, disse: “Vice não é uma meta. Então a nossa candidatura é a presidente da República.”

A conclusão é que esse pelego, capacho dos golpistas, foi devidamente vaiado durante sua fala no ato de 1° de Maio em Curitiba.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas