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Creio que primeiramente é preciso destacar um método de funcionamento das campanhas do Partido da Causa Operária. Nós, do PCO, não nos damos por satisfeitos com as informações e dados passados pela imprensa golpista e decidimos, sempre, tirar a prova dos nove nas ruas.

Foi assim com o impeachment e tem sido assim com toda a campanha feita contra o golpe de Estado. Com materiais nas mãos, panfletos, cartazes, abaixo-assinado, o partido consegue pegar a temperatura do povo, o que de fato a população está pensando.

Na campanha contra a intervenção militar no Rio não foi diferente. Estamos realizando uma série de atividades nas mais variadas comunidades do Rio de Janeiro. Colagens de cartazes, panfletagens e contato corpo a corpo com os moradores. O que permitiu concluir que, como já havíamos falado, o povo do rio é contra a Intervenção Militar.

Essa constatação foi feita através da alta receptividade dos nossos materiais, que foram distribuídos aos milhares, inclusive, na Zona Sul. Poucas são as pessoas que defendem os “periquitos”, como os cariocas chamam os militares.

Essa receptividade demonstra que existe, sim, uma quantidade enorme de pessoas que estão dispostas a lutar contra a intervenção militar, contra o golpe de Estado. O problema é que não estão organizadas e estão no alvo da repressão do Estado.

Não tem esse morador a favor de se submeter à ditadura imposta pelos militares nas favelas. Os moradores sabem que os militares não estão ali para combater o crime organizado, mas para cometer crimes contra a população, como foi no caso do pedreiro Amarildo, torturado e assassinado pela UPP da Rocinha.

Eu queria destacar aqui o método de trabalho do PCO, que, ao invés de se fiar no que diz a imprensa burguesa, saiu às ruas para colher, ele mesmo, suas informações, para ver se o povo é a favor ou contra as medidas dos golpistas.

Esse método permite que o partido elabore a política a ser levada adiante no próximo período, com base na disposição das massas. E, no caso do Rio de Janeiro, claro está que é preciso organizar o povo para expulsar os militares das favelas ocupadas.

E não é só. Os cartazes e panfletos contra a intervenção militar também foram distribuídos em outros estados e tem basicamente a mesma receptividade positiva do povo.

É campanha que está sendo feita junto com a luta contra a prisão de Lula, prisão esta que visa consolidar o regime golpista e aprofundar os ataques da direita contra os direitos do povo.

Quer dizer, existe campo fértil para ampliar na casa da centena de milhar a quantidade de pessoas envolvida nas campanhas contra a prisão de Lula e contra a Intervenção militar. E para isso é preciso a colaboração de todos aqueles que estão nas ruas contra o golpe, organizar a população contra o golpe de Estado, contra a prisão de Lula, contra a intervenção militar. 

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