O movimento estudantil deve aprofundar a luta pelo Fora Bolsonaro

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No final de abril, mais um ataque à população brasileira foi anunciado pelos golpistas que compõe o governo fascista de Jair Bolsonaro. Desta vez o público alvo são os estudantes das universidades públicas em todo o País, que sofreram com um corte de até 30% nas verbas destinadas para manutenção das instituições de ensino superior.

Só no Estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, sete instituições serão afetadas com este corte drástico de verbas que já passa de R$ 193 milhões. Segundo o reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rui Vicente Oppermann, a instituição, que teve corte total de R$ 55,83 milhões, passa a viver uma situação muito grave que implicará a impossibilidade de arcar com pagamentos de despesas básicas de funcionamento, como energia elétrica.

Diante dessa ofensiva, em várias universidades do País, foram organizados, pelos estudantes, protestos contra este corte de verbas das universidades públicas. A tendência é que as mobilizações cresçam cada vez mais. Historicamente o movimento estudantil tem significativa importância no cenário político. Assim se torna fundamental que eles estejam cada vez mais organizados, exigindo a saída imediata do presidente fascista, Jair Bolsonaro, bem como de toda a corja de golpistas que compõe o governo.