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De acordo com relatório disponibilizado pela Clarivate Analytics, todas as vinte universidades que mais produzem pesquisa e conhecimento científico relevante para o País são públicas. Esse cenário se deve ao fato de que as faculdades privadas têm foco predominantemente no ensino, ao passo que as públicas voltam-se também para a pesquisa.

Nesse sentido, as faculdades privadas tendem a estimular a pesquisa à medida que são financiadas por empresas de base tecnológica, que buscam algum espaço na competitividade internacional. De maneira diferente procedem as universidades públicas, que estão sempre movimentando o setor da pesquisa. O problema destas últimas consiste no contingenciamento da União quanto às verbas direcionadas às universidades, do que decorre naturalmente uma crise da produção acadêmica.

Vejamos os números: no ano de 2017, foi operado um corte de 44% nos repasses do governo ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O Ministério da Educação viu também um corte de verbas extraordinário, visto que foi realizado pelo governo golpista de Michel Temer um corte de R$ 4,3 bilhões na educação, em 2017.

As consequências dos ataques à educação pública são bastante variadas, desde afetações pequenas até mesmo desmonte de importantes projetos acadêmicos. Assim, é visto cada vez mais problemas na limpeza das faculdades, problemas com equipamentos e, inclusive, a paralização de projetos científicos devido à falta de verbas.

Segundo o Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Antônio Gomes de Souza Filho, houve nos últimos doze anos uma política de fomento à educação que, para Gomes, foi “muito importante Aliado a isso teve a questão da política de expansão e contratação de novos quadros da universidade para manter a atividade de pesquisa cada vez mais forte”, ressalvando que “Nos últimos anos, teve um financiamento com regularidade em um volume relativamente bom. Nos últimos três anos isso se depreciou muito, a gente vive um momento crítico que ameaça todo esse desenvolvimento”.

O corte de verbas destinadas à estrutura universitária e à produção científica promovem consequências que levam todo o País ao mais profundo atraso nas mais diversas áreas. O golpe de Estado visa à liquidação do ensino público. Para isso, é operada uma série de ataques que minem o potencial acadêmico da rede pública, tornando-a deficitária a fim de justificar mais cortes públicos e, finalmente, as privatizações.

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