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A ação violenta da Política Militar nada mais é do que uma conduta legitimada pelo Estado capitalista e todas as suas instituições. A política de extermínio da população pobre e negra, moradora das periferias é uma política de Estado, garantida pelas leis e pela justiça. Após o golpe de Estado, essa política se aprofundou ainda mais com a aprovação de leis que dão um respaldo ainda maior à violência policial.

A execução da vereadora do Rio de Janeiro pelo Psol Marielle Franco foi uma medida de terror contra a população. Ela foi uma militante engajada contra a morte da população pobre da cidade e manifestava resistência à intervenção militar. A ligação do atentado com o golpe de Estado é óbvia. O assassinato foi perpetrado em meio à repressão violentíssima dos militares no Rio de Janeiro. É uma ação de terror contra a esquerda e as organizações populares.

Os militares foram colocados para exercer uma política ditatorial mais sólida contra a população negra e pobre, seguindo a lógica dos órgãos de repressão do estado capitalista. O assassinato da população que mora nas favelas é o funcionamento padrão da repressão policial. O que já era uma ação industrial de genocídio aumentou vertiginosamente. O Exército na favela apenas ampliou a repressão da burguesia sobre a população, e, ao contrário do que a imprensa burguesa argumenta, o negócio do narcotráfico permanece protegido pelas autoridades.

A ideia de que as investigações da própria polícia, controlada pelos golpistas, vão solucionar o problema é uma ficção. As polícias são instituições de extermínio da população pobre e são controladas pela direita e pelos golpistas mesmo antes do golpe, durante os governos do PT. A munição usada no crime partiu da própria polícia. Sendo assim, é muito provável que apresentem um bode expiatório como esclarecimento para o crime.

Caso consigam impor uma ditadura novamente, a política de terror político contra o povo será generalizada para todo o País. Por esse motivo, a organização dos comitês de luta contra o golpe nos bairros populares e periferias é tão necessária. A população precisa desenvolver forças para impor a dissolução das polícias. A única forma de barrar o massacre planejado pelos golpistas é por meio da mobilização da população pobre e trabalhadora.

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