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As ruas cobertas de vermelho em todo o País

Querem destruir os atos

O circo armado pela burguesia

A direita, com o apoio de uma parte da esquerda, tenta conter a mobilização dos trabalhadores pelo Fora Bolsonaro

Apesar das manobras, o povo saiu às ruas de vermelho. Incluindo no RJ – Foto: Thiago Süssekind

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Eis o esquema da burguesia para controlar o movimento político: a tentativa de colocar a direita nos atos. Apoiado por uma parte da esquerda, esse é um gigantesco passo atrás no movimento.

A burguesia tenta apresentar o movimento como resultado de frentes suprapartidárias. Grande manipulação. Essas frentes são fantasmas, são sobrenaturais. Não existem. Quem chamou os atos são os partidos de esquerda.

É uma tentativa de colocar os partidos de esquerda para fora das manifestações.

Tentam repetir 2013.

No RJ, por exemplo, a esquerda mancomunada com a burguesia publicou um chamado para o dia 3 com todo tipo de coisa estranha, incluindo partidos da direita golpista como PV, Cidadania e Avante.

O PCO, partido que mais convoca os atos, foi deixado de fora.

Isso mostra a má intenção por trás dos atos “de todos”. Querem transformar os atos da esquerda em atos “de todos” para depois transformá-los em atos da direita.

Procuram dominar o movimento com desinformação, uma aliança da esquerda anticomunista com a imprensa golpista.

Infiltração do PSDB

O que significa a participação do PSDB?

Quem são essas 2 mil pessoas anunciadas pelo PSDB nos atos?

O PSDB é o partido no governo no Estado de São Paulo e na capital, em conjunto com o MDB.

Não tem militância nem base, o que tem é o aparelho repressivo de João Doria. Ou a polícia.

Seus membros nos atos são bate-paus infiltrados, contratados, em últimas instância elementos fascistas para formarem mini milícias fascistas contra os atos.

Foi assim que a burguesia destruiu os atos de 2013.

O fato de a direção do movimento permitir isso mostra como ela é totalmente irresponsável.

O que fazer?

É preciso discutir a direção do movimento, que está na mão de pessoas em sua maioria irresponsáveis e incompetentes que não sabem o que estão fazendo.

Isso foi provado marcando o ato para 32 dias depois (24 de julho) – um erro crasso, que só poderia esfriar a mobilização – e depois adiantando-o para o dia 3. Tudo isso ficamos sabendo através da Folha de S.Paulo (jornal da burguesia), e não por comunicado do movimento. Tudo isso para que não houvesse preparação e para deixar as ruas a reboque da CPI da Covid, sem levar em consideração os militantes e organizações que precisam se preparar para realizar os atos.

A coordenação do movimento não permite nenhum debate, nenhuma discussão, nenhuma opinião que não seja a de seus líderes anônimos.

Um movimento de um milhão de pessoas precisa ser sério.

O PT é o maior partido do movimento, precisa tomar a dianteira, enviar seus dirigentes para as reuniões, conhecidos do público, que assumam a responsabilidade pelo que estão fazendo.

É ridículo como as organizações são realizadas. Precisam ser públicas, formais. Comunicadas para todos os interessados, para todo o movimento. Não podem ser secretas.

Os partidos da esquerda precisam estar representados por seus dirigentes. As organizações de massas precisam estar também.

É preciso constituir uma coordenação séria, formal e pública do movimento, com coordenações municipais. Com participação militante, de base. Para um movimento ser forte, é preciso ir ao povo, tendo inclusive coordenações regionais ou por bairros, dependendo do tamanho da cidade – não é trazendo a direita que o movimento se fortalecerá.

Fazer um trabalho para criar comitês nos locais de trabalho e categorias de trabalhadores. Para levar essas pessoas para as discussões e para os atos.

Calendário

O PCO realiza nos próximos dias duas importantes atividades. Hoje, às 14h, durante reunião do CCN do PCO, haverá um balanço público das manifestações, transmitido pela Causa Operária TV.

No dia 17, o PCO realizará plenárias em todos os municípios onde o Partido está organizado, a fim de discutir os rumos do movimento.

É preciso constituir um movimento dentro do movimento que defenda o caráter classista, combativo e democrático do movimento.

É preciso organizar a luta pela base, com ampla participação popular. Um movimento que atraia as massas populares e operárias, a força real que existe na sociedade.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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