O ataque à Previdência atinge em cheio os trabalhadores dos Correios

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O governo golpista de Jair Bolsonaro, eleito de forma fraudulenta no Brasil, já que o candidato que o povo queria votar, Luís Inácio Lula da Silva, foi impedido – ilegalmente – de ser candidato, protocolou no Congresso Nacional uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) para mudar as leis que regulamentam a Previdência no País.

Entre as mudanças que o governo golpista de Bolsonaro propõe esta a de que o trabalhador terá que trabalhar mais para poder se aposentar. Bolsonaro quer que o trabalhador só se aposente depois dos 65 anos, no caso dos homens, e 62 anos no caso das mulheres.

Os trabalhadores operacionais na ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), como carteiros e OTT´s (Operador de Triagem e Transbordo), correspondem a 70% da mão de obra da categoria, com suas atividades desempenhadas nas ruas ou na triagem de cartas e encomendas, têm um enorme desgate físico, além da média; condições em que não têm a menor condição de continuar desempenhando essas funções depois dos 60 anos.

Então, a “reforma da previdência” do governo golpista de Jair Bolsonaro impossibilita totalmente a aposentadoria dos trabalhadores dos Correios, que morreriam antes de aposentar. Sem contar as outras mudanças que levam o trabalhador contribuir mais para previdência e receber menos, tudo para favorecer os banqueiros.

Por esse motivo, os trabalhadores dos correios precisam se organizar contra o golpe, através da formação de comitês de luta contra os golpistas, começando pela participação dos atos que ocorrerão no dia 22 de março, em várias capitais do Brasil, contra a reforma da previdência dos golpistas.